O que mais nos preocupa a todos é o aumento exponencial dos preços dos alimentos, da energia, dos combustíveis, das taxas de juro, o que implica também mais pagamento de impostos.
Questionado sobre o tema e como terão os cidadãos acesso ao reforço dos apoios, com efeitos a janeiro, o Ministério das Finanças respondeu hoje que "as novas regras de bonificação de juros retroagem a 01 de janeiro de 2023. Isto significa que serão pagos os montantes devidos de acordo com as novas regras, desde essa altura".
Novo brilharete orçamental do Governo, voltando a quebrar recordes no que respeita ao saldo, mas também na coleta de impostos - que vão continuar a subir. Empresários elogiam algumas medidas, mas pediam mais rasgo numa altura de grandes dificuldades para a economia real, com os juros a pressionarem durante mais tempo.
Em entrevista ao "Expresso", o ministro das Finanças defende a criação de um fundo que tenha capacidade de financiar obras no futuro e destaca ainda que o país deve encarar como normal a capacidade de ter saldos positivos em épocas de crescimento.
O ministro das Finanças deixa esta quinta-feira uma certeza: em 2024 não sai para a Europa. Em entrevista à Antena1, Medina critica Luís Montenegro e as previsões do FMI, refirma a recusa às pretensões dos professores sobre o tempo de serviço e admite que as cativações se mantêm, mas não nas suas mãos.
“As cativações não dependem mais da aprovação do Ministério das Finanças, dependem de cada ministério sectorial”, resumiu o ministro, considerando que este instrumento de gestão da despesa se revela atualmente "mais prejudicial do que benéfico".
"O que nós vamos fazer é que quem invista e mantenha os capitais próprios nas empresas possa ter uma remuneração desses capitais superior àquilo que era deduzido em custos no financiamento através de capital alheio", explicou o Ministro das Finanças.
As previsões expostas na proposta de Orçamento do Estado para 2024 apontam para menos 676 milhões de euros. O Governo diz que no próximo ano a política orçamental das parcerias público-privadas continuará a ser orientada por dois princípios fundamentais: eficiência de recursos e sustentabilidade das contas públicas a médio e longo prazos.
Operação estava prevista desde o ano passado e visa libertar o balanço da CP para que esta possa financiar-se junto de outras fontes e comprar novos comboios no concurso que está em curso.
Os participantes do painel “Portugal em 2024” defendem que o país precisa de mais reformas para desenvolver-se. Reforma fiscal é necessária para simplificar o sistema e aumentar a competitividade do país. Eduardo Catroga criticou a falta de reformas por parte do Governo e Álvaro Beleza considera que o país tem uma “economia de medina”.
As receitas fiscais cresceram nos últimos dois anos mas espera-se um grande arrefecimento para este ano pela descida da inflação. Apesar do crescimento da despesa, os salários e pensões terão de ser compensados.
"A recuperação de uma posição entre as economias com menor risco da dívida pública traduz-se em juros mais baixos para as famílias e as empresas portuguesas", destacou o ministro das Finanças em reação à avaliação da Fitch divulgada esta sexta-feira.