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Temas de Verão

Os incêndios voltam a ser um tema de Verão. Há muitas razões, e muitas opiniões sobre o que fazer. E sobretudo sobre o que fazer e não se faz, sobre o que se faz mal e não se devia fazer, e sobre quem tem a responsabilidade – ou em português mais corrente, a culpa.
Rui Mayer, Advogado20 Ago
Temas de Verão

Estado dá como perdido investimento no Hospital da Cruz Vermelha

A Parpública (entidade gestora de participações do Estado) reconheceu uma nova perda por imparidade nas contas do ano passado, que atinge 4,8 milhões de euros, avança esta segunda-feira o "Eco", o que faz com que as perdas na instituição hospitalar se situem nos 19,6 milhões de euros, um valor que fica próximos dos quase 20 milhões de euros de investimento feito pelo Estado no Hospital da Cruz Vermelha.
Revista de Imprensa JE11 Ago
Estado dá como perdido investimento no Hospital da Cruz Vermelha

Quase 94% da despesa do Estado moçambicano de 2026 será para funcionamento

Só com despesas com o pessoal o executivo estima no próximo ano quase 214.253 milhões de meticais (2.878 milhões de euros), o que representa 47,3% da despesa total, “mantendo-se como principal rubrica da despesa corrente, refletindo o impacto da consolidação da reforma salarial”, lê-se no Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP), de 2026 a 2028, já aprovado em Conselho de Ministros.
Quase 94% da despesa do Estado moçambicano de 2026 será para funcionamento

Empresas do Estado precisam de talento

“Precisamos de trazer uma tropa de elite para a gestão das empresas públicas”, defende Gonçalo Reis, que participou no grupo de trabalho do Instituto Português de Corporate Governance (IPCG) que criou um guia com 23 recomendações para melhorar a governance no setor empresarial do Estado. “Nós precisamos de talento”, sublinhou.
Almerinda Romeira12 Jul
Empresas do Estado precisam de talento

‘Portas giratórias’ entre Estado e banca diminuíram mas há sinais de reversão

"No período analisado o país teve uma trajetória positiva, mas tímida. E já apresenta sinais de reversão, já vemos sinais de que podem vir a ser refeitas algumas 'portas giratórias' que na sequência da crise melhoraram", disse à Lusa o presidente da Associação para a Resiliência da Região de Lisboa, Luís Coruche, a propósito do estudo 'Portas Giratória entre a Banca e o Estado' agora publicado.
‘Portas giratórias’ entre Estado e banca diminuíram mas há sinais de reversão