Os nossos cérebros estão pensados para a soma (raciocínio linear) e não multiplicação (raciocínio exponencial), pelo que não adianta dizer às pessoas para investirem sem perceberem o porquê e para quê.
Sistemas fiscais instáveis, excessivamente complexos e burocráticos, tornam-se terreno fértil para litígios e prejudicam a tomada de decisões em matéria de investimento.
À incapacidade dos candidatos falarem sobre assuntos vitais, e não apenas micro-medidas como a redução do IVA, junta-se um ambiente persecutório expresso em campanhas sujas de que ninguém está a salvo.
Número de processos que dão entrada anualmente caiu para metade desde 2019 e o total dos que estão por resolver caiu 56% numa década. O problema é que a morosidade se mantém.
O presidente da idD Portugal Defence, holding do Estado para a defesa, encontra muito entusiasmo e pouca noção da realidade face à estratégia de rearmamento da Europa.
Ninguém desdenharia que se recuperasse aquela velha ideia de serviço público, que existe para servir o cidadão, e não o contrário. Hoje é quase um sinal de rebeldia pensar que assim possa ser.
Um reforço institucional obriga sempre a uma mudança de paradigma social, porque uma classe social que ascende dentro de velhas instituições tende a reproduzir comportamentos e não a transformar-se.
Oposição critica silêncio do primeiro-ministro sobre a primeira baixa no Governo e quer ouvir Hernâni Dias no Parlamento. Lei polémica entrou em vigor esta semana.
Empresa de consultoria nas áreas de engenharia e arquitetura tem contratos com o Estado pelo menos desde 2009. Nos últimos dois anos ganhou 17 milhões de euros.
Se Luís Montenegro, Miranda Sarmento e Pedro Reis conseguirem codificar o que está disperso, rejeitando pelo caminho um número considerável de taxas e taxinhas absurdas, mais de quatro mil, então, o crescimento do país pode ganhar velocidade.
A arbitragem regulada existe e justifica-se, porque é célere e competente, tem fiscalização e caminha no sentido certo. A arbitragem ad hoc vive em contramão. Tem de acabar, já.
Este impacto do choque geopolítico tem em conta medidas do lado da receita e da despesa, sendo que, segundo a contabilização da Direção-Geral do Orçamento (DGO), "apurou-se uma diminuição de 1.133,2 milhões de euros na receita efetiva e um crescimento de 1.055,6 milhões de euros na despesa efetiva".
No final dos primeiros seis meses deste ano, havia 18.718 prestadores de serviços em entidades da administração direta e indireta do Estado, dos quais 10.230 contratados à tarefa e 8.488 em avença, segundo os dados publicados na quinta-feira no site da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
O Estado e, por conseguinte, o Governo não podem fechar os olhos a esta violência. Cada pessoa explorada - as fortunas que pagam aos advogados por uma mão cheia de nada - é uma catástrofe humanitária, social e até económica.
“No âmbito do impacto do choque geopolítico, apurou-se em outubro uma diminuição da receita efetiva em 1.034,2 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 1.021,2 milhões de euros”, lê-se na síntese de execução orçamental.