Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
Se o maior partido da oposição o mais que consegue dizer sobre o novo líder do PS é que ele é que é radical e impulsivo, isso demonstra o receio e o desnorte em que aquele está mergulhado.
A Aliança Democrática une PSD e CDS-PP e vai concorrer a eleições a 10 de março. Ora, Ventura tinha dito que o Chega procurava ficar à frente do PSD e agora mantém a sua posição e procura ficar à frente da AD.
Por favor, surpreendam-nos e motivem-nos como se o 50º aniversário do 25 de Abril fosse um recomeçar virtuoso da nossa democracia e da afirmação das políticas, na sua saudável diversidade.
Tenho a convicção de que, nesta fase, o que o povo reclama são soluções de estabilidade, moderação e, naturalmente, de modernização da economia e da sociedade portuguesa em geral.
“O que as pessoas me transmitem é que esta candidatura é a que é capaz de ganhar as eleições. Os militantes têm de ouvir aquilo que a sociedade civil está a transmitir ao PS".
Esta reflexão é sobre liderança e não tanto sobre política porque, na essência, os líderes partidários tendem a esquecer-se de que se candidatam a um cargo nacional para servir todos os cidadãos. Todos.
O presidente do PSD defendeu hoje que as políticas do Governo da Geringonça não terminaram em 2019, mas duram até hoje, e foram más "para a vida das pessoas".
O Conselho Nacional da IL reúne-se domingo para analisar e discutir a Convenção marcada para dezembro bem como a situação política, que foi alterada “subitamente e significativamente” com eleições antecipadas para as quais o partido promete foco total.
Presidente da República decidiu dissolver a Assembleia da República e convocar eleições, dando tempo ao PS para se reorganizar. Orçamento do Estado será aprovado antes.
Dia "D", de decisões, para Marcelo Rebelo de Sousa. Mas também Dia "O" de Orçamento e "E", de eleições antecipadas ou não. Todos os olhos estão postos hoje em Belém, onde o Presidente decide o futuro imediato da política portuguesa.
"Uma situação de antecipação do ato eleitoral não garante necessariamente uma solução de estabilidade política para o futuro. A nossa convicção, é por isso, a de que a opção preferencial é a de nomeação de um Governo com novo primeiro-ministro", disse Carlos César.
Paulo Raimundo recordou "que foi durante o mês de janeiro de 2022 que decorreram as eleições, [e agora devia ocorrer] um calendário muito semelhante a este e, portanto, devia ser referência fundamental".
O BE entende que, "tendo em conta a crise política que o país enfrenta, esta é a melhor solução". "Em democracia, crises políticas como esta e desta natureza resolvem-se convocando eleições".