Terceira edição da iniciativa de literacia financeira da APB contou com 317 sessões, dinamizadas por 68 voluntários da associação e de 13 bancos associados.
Secretário de Estado António Leite reúne com responsáveis dos 12 sindicatos dos professores esta quarta-feira, 2 de fevereiro. A reunião, integrada no processo negocial em curso, decorre em mesa negocial única.
Principais preocupações dos alunos do segundo e terceiro ciclo de várias escolas da cidade berço focam-se na mobilidade, resíduos, economia criativa e biodiversidade.
O PAN defende o fim das quotas nas carreiras dos professores e que os assistentes operacionais e técnicos tenham planos de carreira e remuneratório dignos.
Candidatos devem ser licenciados ou finalistas de qualquer área de formação e fluentes em português e inglês. Candidaturas decorrem até 5 de fevereiro.
A greve a nacional dos professores por distritos, convocada por oito organizações sindicais, chega hoje à cidade dos estudantes, para onde estão marcadas três marchas pela valorização da profissão docente.
Promovida pelo IPDJ, em parceria com o projeto Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, a exposição arranca esta terça-feira, Dia Internacional da Educação, e visa promover a ética no desporto através de testemunhos e histórias vivenciadas. Rosa Mota é um dos rostos em destaque.
Ao quinto dia, a greve a nacional, por distritos, convocada por oito organizações sindicais, chega ao nordeste transmontano. Esta sexta-feira realizam-se as últimas reuniões da terceira ronda de negociações entre o ministro da Educação e os sindicatos. Na 24 de julho estarão, entre outros, a FENPROF, o SIPE e o S.T.O.P.
É essencial democratizar a literacia financeira para proporcionar a igualdade de oportunidades a todos os membros da sociedade para construir riqueza e assegurar o seu futuro financeiro.
Deputado socialista Carlos Pereira diz ter garantias do Governo da República de que não haverá redução do contingente, mas o reitor da Universidade da Madeira revelou ao EM que tema foi abordado com ministra em dezembro.
A República quererá reduzir para de 3,5% para 2% o contingente de acesso ao ensino superior das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. A decisão já foi criticada também pelo presidente do executivo madeirense, Miguel Albuquerque, e pelo PS Madeira.
Em entrevista ao JE, a Reitora do CLIP diz-nos que tem cerca de 1200 alunos e 160 professores e adianta que tem vindo a contratar portugueses que nos últimos anos integraram o circuito internacional da educação e estrangeiros que vêm viver para Portugal.
O relatório diz que todas as 16 propostas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) português para promover o emprego jovem são direcionadas "para a educação", e sublinha que falta incentivos para o combate ao desemprego, onde se inclui apoios dirigidos às empresas, programas que facilitem a procura de emprego e a reformulação de serviços como o Instituto de Emprego e Formação Profissional.
O prolongamento do prazo de candidatura serviu para garantir a possibilidade de candidatura por parte dos alunos que frequentam doutoramentos, explica o município.
Num balanço à paralisação, o Sindicato Independente de Professores e Educadores, fala numa "adesão em massa" dos professores que provocou o encerramento de muitas escolas por todo o país, deixando centenas de alunos sem aulas no primeiro tempo.
Os sindicatos estão em luta contra as políticas do ministro João Costa. Esta terça-feira, 3 de janeiro, tem início a greve ao primeiro tempo, convocada pelo SIPE, enquanto a Fenprof promove uma concentração junto ao Ministério da Educação, a partir das 11h00.
A significativa tolerância dos portugueses em relação à profunda governamentalização da sociedade é uma característica que abre espaço para as inclinações menos virtuosas de uma maioria absoluta.
A autarquia sublinhou a importância de reforçar o papel do município, enquanto parceiro estratégico das comunidades educativas, contribuindo desta maneira para a resolução de problemas.
A propósito de uma eventual universalização da gratuitidade dos manuais escolares, reacendeu-se no discurso político e na opinião pública a já habitual aversão à liberdade de escolha.
Na apresentação da sua lista, que decorreu em Lisboa, Rui Rocha sublinhou que tem uma visão “a dez anos” para o país, em oposição aos restantes partidos, "que estão concentrados em gerir o dia-a-dia, em gerir clientelas, em ocupar o aparelho de Estado”.