O partido sugeriu que o Governo da Madeira consultasse os estudos da Academia Americana de Pediatria, e da Sociedade Canadiana de Pediatria, que "recomendam que as crianças e jovens até aos 12 anos não sejam expostas a tantas horas de ecrãs e a tantos meios tecnológicos", sob o risco de: "aumento das taxas de depressão infantil, ansiedade; aumento dos casos de défice de atenção, autismo; prevalência de psicoses e comportamentos bipolares; aumento da impulsividade; aumento do sedentarismo, os excessos de tecnologias acabam por atrasar o desenvolvimento físico da criança".