Atravessar milhares de quilómetros, cruzar línguas, paisagens, religiões e sensibilidades tão distintas e continuar, apesar de tudo, na Índia. O mais fascinante será essa espessura, a coexistência de mundos.
O relatório Talent Trends de 2024 da empresa de executive search Michael Page, divulgado hoje, expõe uma lacuna significativa entre as expetativas dos colaboradores e a realidade dos empregadores. Num contexto de pressões globais contínuas, o mundo do trabalho mantém-se turbulento, sendo necessário priorizar o diálogo aberto e a resolução colaborativa de problemas, diz a Michael Page.
O jornalismo está em crise e, em Março, deu-se a primeira Greve Geral dos profissionais do sector em décadas. Mas à falta de viabilidade junta-se a falta de diversidade… mesmo quando há pluralismo nos meios!
Um estudo da farmacêutica Merck, que abrange 88% das empresas alemãs com subsidiária no nosso país, revelou que 77% do top management destas empresas é do género masculino, face a 18% das mulheres.
A evolução contínua das práticas de governança corporativa é essencial para adaptação à natureza dinâmica do cenário empresarial e garantir a administração responsável das empresas.
A minha reflexão não se prende com a necessidade de fazer publicidade impactante, mas antes com a natureza dos anúncios mais recentes promovidos por um grande leque de empresas.
Trabalhadores seniores podem ser fonte de mentoria e de coaching a colaboradores mais jovens. Existem várias evidências que demonstram que a diversidade nas equipas resulta em maior produtividade e satisfação.
Estudo da EY e BCSD Portugal conclui que "à medida que o grau de responsabilidade e complexidade do cargo aumenta, com uma representação que se inicia em 49,3% nas funções de administrativos e operacionais e diminui para uma representação de 27,3% na direção executiva”.
Segundo estudo do Observador Cetelem quase metade dos inquiridos consideram que a empresa em que trabalham está capacitada para a inclusão de pessoas com deficiência. Apesar disso, 44% dizem que a empresa não contrata pessoas nessa condição.
A empresa holandesa apresentou um reforço na área de equidade, diversidade e inclusão, com o intuito de reforçar a importância da inclusão no emprego. E aposta numa nova responsável para esta área.
A empresa já doou mais de 880 mil quilogramas de alimentos, dos quais 249 mil foram em Portugal, e as colaborações com as ONGs já permitiram a incorporação de 292 pessoas de grupos vulneráveis em Espanha e Portugal.
O manequim e empresário Luís Borges comemora o segundo aniversário da sua marca de acessórios com a abertura de uma loja, na Lapa, em Lisboa. “São 60m2 com muita cor, luz e brilho. Em termos de produto, temos a nossa mais recente coleção ‘Big Bang’, que apresentámos na ModaLisboa CORE, mas também os nossos brincos e colares com o B icónico da marca”, explica.
Marie Kölle, diretora de Felicidade da Critical TechWorks, diz nesta entrevista ao JE que a estratégia de diversidade, equidade e inclusão é fundamental para criar um sentimento de pertença na empresa. Com 2.000 colaboradores de 43 nacionalidades, a tecnológica apresenta uma retenção de 95%.
A história da Igreja sempre foi de unidade na diversidade. Mas o que importa, no fim do dia, é que as pessoas, tendo fé ou não, acreditando em Jesus ou Maomé, Buda ou Krishna, se possam tornar melhores, mais compassivas para com o próximo e portadoras de luz e esperança.
A 24 e 25 de fevereiro, Guimarães recebe a peça de Edward Albee, onde dois intérpretes surdos dirigidos por Marco Paiva vão provar que a palavra pode igualmente dar lugar a gestos e fazer acontecer teatro.
Em 2023, no âmbito da Bienal de Arquitetura de Veneza, os arquitetos são instigados a demonstrar como o podem fazer através de um laboratório 3D: Descolonização, Descarbonização e Diversidade. Oportunidade para pensar a relevância da disciplina para sociedade atual e para o seu futuro.
Arquitetos e urbanistas são chamados a desenhar soluções criativas integradas em estratégias maiores, onde é dada voz a uma consciência social e política que tem especial atenção a contextos sociais diversificados.
"Ter uma Voz" traz pensadores nacionais e internacionais para debater o que é hoje a periferia, como reivindicar novas formas de centralidade, como construir sociedades inclusivas na diversidade, entre outros temas. Quatro dias para desenhar um futuro participativo, em Lisboa e na Moita.