A leitura mais equilibrada é esta: Portugal não deixou de ser atrativo, mas tornou-se mais difícil transformar esse interesse em investimento efetivamente concretizado.
É preciso contrapor aos populismos alternativas credíveis e soluções concretas aos novos, diferentes e complexos problemas dos cidadãos. E todos teremos de contribuir.
O segundo trimestre bastante abaixo do esperado e da média europeia coloca sérias dúvidas sobre o resultado projetado para o final do ano, ou seja, 2%. A piorar a situação, a economia global dá sinais de abrandamento na segunda metade do ano.
O motor económico e industrial europeu continua a desiludir, com o índice Ifo a mostrar uma deterioração da confiança, tanto relativa às expectativas, como à situação atual.
Precisamos de uma justiça que comunique de forma clara, de cidadãos juridicamente informados e de uma relação mais equilibrada entre justiça e política.
As perspetivas negativas sobre a evolução futura da situação económica do país e da realização de compras importantes por parte das famílias empurrou o indicador para uma descida. Indicador tinha registado valor mais elevado desde fevereiro de 2022 no ano passado.
É fundamental que as organizações interiorizem o tema da cibersegurança numa estrutura orgânica através de um modelo de governação de segurança eficaz.
A sétima edição do barómetro “Confiança dos Proprietários” da Associação Lisbonense de Proprietários concluiu também que 12,7% dos donos de casas quer a revogação de todas as medidas do pacote Mais Habitação.
Mais do que um rótulo, a reputação certa é uma força intangível que atrai clientes e fideliza colaboradores, impulsionando o crescimento. Ou seja, é a chave para o sucesso de qualquer organização.
Queremos ter, ou não, actores económicos capazes de transformar a economia portuguesa, reter talentos, pagar salários elevados e afirmar-se no exterior?
Dados divulgados esta sexta-feira pelo instituto de estatística, INSEE, revelam que, nem mesmo a diminuição do numero de empresas criadas e os riscos que possa representar para o emprego, beliscam a positividade dos consumidores.
Eis a pergunta mais pertinente na atualidade do nosso país: porque é que as figuras políticas conseguem escapar impunes quando mentem e distorcem a verdade?
Ao promover confiança, defesa e lealdade entre sua base de clientes, as fintechs podem emergir não apenas como sobreviventes, mas também como vencedoras.
Os números da Comissão Europeia, apesar de se manterem em terreno negativo, mostram uma melhoria assinalável e que permite ter alguma esperança na recuperação da economia europeia nos próximos meses.
A mudança a longo prazo de uma tecnologia exclusiva para uma tecnologia universalmente disponível exige investigação contínua e diálogo aberto para orientar o progresso de forma responsável.
O índice de confiança das empresas na Alemanha caiu em dezembro para 86,4 pontos, contra 87,3 em novembro, anunciou esta segunda-feira o Instituto de Investigação Económica (Ifo).