CIP

Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

"Grande desapontamento" e "oportunidade perdida para o país". Foram estas reações das confederações patronais ao chumbo no Parlamento do pacote laboral. A CIP promete voltar a insistir em mudanças na lei ainda antes do verão, na próxima reunião da Concertação Social. UGT já rejeitou a ideia.
Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

CIP revê em baixa crescimento do PIB para 1,5% em 2026 devido à energia e subida dos juros

“Para a totalidade do ano de 2026, é natural que as perspetivas para o crescimento da economia portuguesa acompanhem a tendência de revisão em baixa observada na generalidade das economias europeias, uma vez que persiste a alta do petróleo, do gás natural e de diversas matérias-primas, depois da subida rápida dos preços registada em março”, afirma Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP.
Maria Teixeira Alves28 Mai
CIP revê em baixa crescimento do PIB para 1,5% em 2026 devido à energia e subida dos juros

Não da UGT e talvez do Chega

Após um simulacro de 10 meses de negociação noutra frente, Ventura poderá ter enterrado a reforma laboral, ao condicionar o seu voto favorável à nova exigência colocada no centro da negociação política.
Lígia Simões8 Mai
Não da UGT e talvez do Chega

Cedência da CIP? UGT tomará posição depois de ver proposta escrita

A CIP anunciou que aceitará os termos da UGT nas questões que ainda dividiam os parceiros sociais, mas afirma que "não é capitulação". A central sindical quer ver tudo refletido num documento final antes de decidir. Ainda não é conhecida a posição dos restantes parceiros sociais e do Governo. Politólogo considera que CIP "está a dar a mão ao Governo".
Cedência da CIP? UGT tomará posição depois de ver proposta escrita

CIP desafia sindicatos a indicarem “em que artigo e página” estão medidas que apontam como indignas

"Estamos a desafiar todos para que digam em que artigo e em que página é que estão aquelas ‘profundas alterações’ que ‘prejudicam o trabalhador’ e ‘quebram a sua dignidade’, nomeadamente a possibilidade de despedimento arbitrário, a diminuição dos direitos da maternidade e da paternidade ou o trabalho gratuito", atirou Armindo Monteiro.
CIP desafia sindicatos a indicarem “em que artigo e página” estão medidas que apontam como indignas