CIP

Patrões querem ir mais longe do que Governo nos setores com serviços mínimos nas greves

Hoje de manhã, em audição na Comissão do Trabalho, a pedido do Chega, o dirigente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal Gregório Rocha Novo defendeu que deve ser ainda mais alargada a lista de setores de atividade que se considera que satisfazem necessidades sociais impreteríveis e para os quais está prevista a definição de serviços mínimos em caso de greve.
Patrões querem ir mais longe do que Governo nos setores com serviços mínimos nas greves

‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos

Governo vai apresentar esta quinta-feira aos parceiros sociais mexidas na legislação laboral, nomeadamente a proposta que dá aos trabalhadores a possibilidade de gozarem um ou mais dias de férias, com redução no salário, mas sem prejuízo nos outros direitos. Confederações patronais concordam com a ideia "base" e definem condições para que a proposta tenha pernas para andar. Centrais sindicais esperam para ver conteúdo da medida mas alertam para impossibilidade jurídica e para uma "desigualdade gritante" caso a ideia avance tal e qual como o executivo a designou no seu programa. Serviços mínimos e fim das restrições à subcontratação estarão também em cima da mesa.
Melissa Lopes24 Jul
‘Compra’ de férias: Patrões concordam com ideia base, sindicatos apontam riscos

Moçambique pagou apenas 5% do subsídio social básico em 2024, diz ONG

"Num país onde dois terços da população vivem abaixo da linha da pobreza, os programas de assistência social deveriam ser um pilar de dignidade e justiça redistributiva.  No entanto, o Programa Subsídio Social Básico (PSSB) — o maior instrumento de assistência social em Moçambique — tornou-se símbolo de promessas traídas, má gestão de fundos e, em alguns casos, de corrupção", refere-se nas conclusões do relatório do CIP, divulgado hoje.
Moçambique pagou apenas 5% do subsídio social básico em 2024, diz ONG

Armindo Monteiro: “Prioridade do novo governo é encontrar um modelo adequado para as empresas serem mais fortes”

Estado mais simples para fazer crescer a economia e valorizar os salários. São estes os pilares que o presidente da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, aponta como prioridades para o novo governo. Em 5 Minutos, no JE e na TSF, diz que a fiscalidade tem de ser repensada, o orçamento também, e devem ser encaradas reformas, como a da segurança social. “Esperamos que o governo não ceda á tentação de gerir apenas o corrente”, afirma.
Armindo Monteiro: “Prioridade do novo governo é encontrar um modelo adequado para as empresas serem mais fortes”