Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
“Na semana passada tínhamos cerca de mil horários por preencher, mas nem todos são horários completos”, disse o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem da 4ª edição da Conferência Teaming Club, que reúne os Centros de Excelência do programa “Teaming for Excellence” da União Europeia.
“Vamos lançar muito em breve um concurso para 237 escolas”, revelou hoje o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem da 4.ª edição da Conferência Teaming Club, que reúne os Centros de Excelência do programa “Teaming for Excellence” da União Europeia.
Um dia após o Ministério da Educação ter celebrado protocolos com instituições de ensino superior para formar mais professores até 2030, comprometendo-se a pagar o custo integral de cada aluno, a APESP vem defender a inclusão do setor nesses contratos-programa.
Apoiadas na excelência científica e pedagógica, as universidades portuguesas podem contribuir não só para a transformação sustentável do setor a nível nacional, mas também para projetar o país como centro internacional de formação em turismo e hospitalidade, com uma proposta diferenciadora e única.
A grande conclusão? Os docentes estão a usar a IA de forma criativa e produtiva para as suas aulas, mas, na maior parte dos casos, referem ainda alguma falta de apoio das suas instituições para o fazer de forma segura, ética e eficaz.
“Em cada escola vai ser um caso. Se nós estivermos a falar de escolas na região Norte, esse problema vai ser relativamente fácil de resolver, porque no Norte há muitos professores disponíveis. Vai ser muito mais difícil nas escolas da Grande Lisboa, da Península de Setúbal e do Algarve”, disse Fernando Alexandre.
“Neste momento, cerca de 93 mil alunos estão afetados e o ano letivo já começou”, afirmou José Feliciano Costa, secretário-geral da Fenprof, referindo o caso concreto do 1.º ciclo, com mais de cinco mil crianças ainda sem professores atribuídos.
O anuncio foi feito hoje por José Feliciano Costa, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), durante uma conferência de imprensa em Lisboa para analisar a abertura de mais um ano letivo.
Em entrevista à Antena 1 na véspera do arranque de mais um ano letivo, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, disse que em “98%/99% das escolas os professores estão todos colocados, os alunos vão ter aulas a todas as disciplinas”.
O sonho da universidade desaparece quando o orçamento familiar tem de ser gerido mensalmente com muito rigor e cuidado – uma situação em que aceder ao Ensino Superior passa para quarto plano.
Os dados constam do relatório “Educação em Números 2025”, publicado pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), que apresenta informações sobre alunos, professores, pessoal não docente e recursos tecnológicos entre 2013/2014 a 2023/2024, que mostram que se mantém a tendência iniciada no ano letivo de 2021/2022 de aumento de alunos.
Às 11:45, as escolas continuavam a aguardar a chegada dos resultados das provas nacionais do ensino básico de Matemática e Português, que deveriam ter sido divulgadas na terça-feira.
Ministério da Educação, Ciência e Inovação divulga esta segunda-feira o resultado do relatório de auditoria pedido à consultora KPMG sobre o número de alunos sem aulas a uma disciplina. "Lacunas e insuficiências põem em causa a solidez dos dados reportados pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares", escreve a consultora.
Envelhecido e feminilizado - este é em traços gerais o retrato do corpo docente português traçado no Balanço Anual da Educação 2025 do 'think tank' EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo, divulgado esta quarta-feira. Em paralelo, mantém-se uma fatia significativa de docentes com contratos a termo.
“Não há nada de mais importante nas escolas para os alunos do que os nossos professores”, afirmou o coautor do estudo Miguel Herdade, defendendo que o professor pode fazer a diferença no percurso académico dos seus alunos.
A decisão foi emitida pela juíza Allison Burroughs e bloqueia a iniciativa de Trump por duas semanas, depois da universidade ter demonstrado que a medida prejudicaria Harvard mesmo antes de ser aplicada.
Em Portugal, o paradigma do ensino superior mudou a uma velocidade alucinante. Nos últimos anos, ou décadas, assistimos a várias alterações em matéria de Ensino. Cada Governo que chega quer fazer algo distinto, mas acabamos sempre no mesmo ponto de partida.
Os alunos finalistas do concurso “Geração €uro” dominam os temas relacionados com o Banco Central Europeu. Política expansionista, taxas de juros, inflação ou deflação são conceitos que discutem com confiança e criatividade.
Esta linha tem como objetivo dar resposta ao elevado número de casos não denunciados. A medida é uma das cinco recomendações de estratégias de médio-longo prazo que constam no grupo de Trabalho de Combate ao Bullying nas Escolas públicas e privadas, com o intuito de consolidar uma resposta de política pública mais eficaz.