Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
No ano letivo 2024/2025, o número de estudantes deslocados ascendia a 147 mil, a que se somavam 80 mil estudantes internacionais que escolheram Portugal para frequentar o ensino superior.
Segundo os dados disponibilizados no ‘site’ da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), até segunda-feira tinham sido submetidas 51.480 candidaturas, mais 1.885 do que no mesmo período de 2025.
Numa nota divulgada na sua página na internet, a UA refere que detetou um acesso indevido aos seus sistemas de informação, que resultou “na exposição de dados pessoais e institucionais”.
O anúncio foi feito hoje pelo gabinete do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), que explicou que o Governo “considerou não estarem reunidas as condições para a implementação integral do novo sistema de bolsas em 2026/2027”, tal como previamente definido.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) revelou na segunda-feira que os professores vão receber um euro por cada resposta classificada, 12 euros por cada prova reapreciada e 10 euros pelas provas em suporte físico, ou seja, as de Geometria Descritiva e Desenho A.
Na sequência dos problemas com a correção digital dos exames nacionais do ensino secundário, que levaram a criar uma época especial em setembro para os alunos prejudicados, os diretores escolares pediram um adiamento do início do ano letivo.
Tentar e falhar deve ser encorajado. Mas o Ministério da Educação não é uma startup com baixo risco de perda. As consequências podem ser elevadíssimas para alunos, professores, pais, funcionários do Ministério e, espera-se, para os próprios responsáveis políticos.
“Tendo sido detetadas desconformidades em digitalizações de exames nacionais do ensino secundário, foi adotado um procedimento específico para a correção das mesmas, através da plataforma criada para o envio aos alunos e encarregados de educação das provas digitalizadas”, referiu o presidente do JNE, numa comunicação enviada aos diretores de escolas a que a Lusa teve acesso.
Numa informação enviada hoje às escolas e a que a Lusa teve acesso, o Júri Nacional de Exames explica que o erro resultou de “um problema de parametrização na matriz de classificação dos itens 1.3 e 4.3 da versão 2” da prova de Geografia A.
A informação, assinada pelo presidente do JNE, Rui Pires, e a que a Lusa teve acesso, refere que as remessas de dados com as pautas dos resultados das provas finais do ensino básico “serão remetidas às escolas ao fim do dia de hoje”, para que as escolas possam “afixar as pautas de classificação logo no início da manhã do dia 20 de julho, se possível até às 09:30”.
Em declarações à agência Lusa, José Luís Carneiro também defendeu – e igualmente por razões de segurança - um eventual adiamento “por um ou dois dias” da realização da segunda fase dos exames nacionais.
Quando um modelo consegue produzir código funcional, bem estruturado e com qualidade profissional mais depressa do que um estudante consegue ler o enunciado, tudo muda.
A quatro dias da conclusão do processo de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, continua haver relatos de falta de folhas de resposta e de um aumento contínuo de itens para corrigir.
Em reunião privada, o executivo municipal apreciou as medidas de ASE para o ano letivo 2026/2027, sob proposta do vereador da Educação, Rodrigo Mello Gonçalves (IL), que exclui o atual desconto de 50% nas refeições escolares a crianças e jovens que não beneficiam de ASE (cerca de 60% dos alunos que frequentam as escolas públicas em Lisboa).
Como é que a IA muda aquilo que podemos prometer que é conhecimento de base para todos os nossos alunos, definindo assim o que eles sabem ou não pensar e, por consequência, fazer?
O ministro da Educação, Ciência e Inovação adiantou esta quarta-feira, 1, no Parlamento que o grupo de trabalho criado pelo Governo apresentará até ao final do ano letivo uma estratégia para o digital. Na véspera dos dois anos de ação governativa, Fernando Alexandre lembrou algumas medidas mais emblemáticas da sua ação.
“Existe um grande desfasamento no IRS [Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares] que é mais do que um problema fiscal: um problema social e territorial, que reforça desigualdades e compromete a democratização do acesso ao ensino superior”, afirmou o presidente da Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), Rui Morais.
“Temos 1.487 escolas do 1.º ciclo sem biblioteca, o que significa que 25% dos alunos – cerca de 90 mil crianças – não têm acesso a livros”, afirmou o governante, durante a sessão “Ler os resultados das provas ModA – Implicações para a aprendizagem da Leitura”, organizada pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação no Centro Nacional de Exposições, em Santarém.
Em causa está uma comunicação divulgada na quarta-feira pelo Departamento de Educação da Câmara Municipal de Lisboa na plataforma SIGA – que agiliza o contacto com os encarregados de educação – a informar sobre os procedimentos de acesso pelos alunos à dieta vegetariana nos refeitórios das escolas públicas, revelando que, a partir de 01 de janeiro de 2026, a opção vegetariana deixaria de estar visível no painel de marcações, uma vez que deixaria de ser disponibilizada de forma pontual ou ocasional e passaria a ser “reservada exclusivamente para os casos em que o regime vegetariano é assumido de forma contínua e estruturada”.