Ensinar para duvidar num mundo com IA parece exigir, talvez paradoxalmente, mais presença, mais debate direto entre alunos e professores, mais confronto de ideias ao vivo, mais tempo dedicado ao processo de aprendizagem.
O ensaio das provas de Monitorização da Aprendizagem (ModA) “está longe de ser um sucesso”, denunciou a Fenprof num comunicado divulgado hoje, terceiro dia de realização das provas de Português para os alunos do 4.º, 6.º e 9.º anos.
“A primeira condição para o descongelamento das propinas é a conclusão do estudo de avaliação da ação social, que está a ser feito pela Universidade Nova (de Lisboa) e que nos vai permitir desenhar um novo sistema”, disse o ministro, em declarações aos jornalistas no final de uma ronda de reuniões com sindicatos sobre a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
O papa encorajou também os responsáveis a transmitir aos alunos "uma nova cultura baseada no encontro entre gerações" e "responsabilidade pessoal e coletiva para enfrentar os desafios globais como as crises ambientais, sociais e económicas".
“Amanhã termina o prazo para o ministério responder. Se não o fizer, à Fenprof vai recorrer a intimação judicial para obter a informação requerida”, anunciou Mário Nogueira, durante uma conferência de imprensa realizada hoje para fazer um balanço sobre a falta de professores nas escolas no primeiro período de aulas, que terminou na terça-feira.
No relatório "A adaptação dos alunos dos PALOP no primeiro ano de estudos do ensino superior em Portugal", financiado pelo FAMI - Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração - do Ministério da Administração Interna, conclui-se que a grande maioria dos alunos (68%) chegam a Portugal com um atraso de pelo menos um mês face ao início do ano letivo".
O balanço foi feito hoje pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, em conferência de imprensa, no final de uma visita ao final da manhã à escola secundária D. Dinis, em Marvila, Lisboa, em que acompanhou o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
“O que nos interessa é medir o efeito nas aprendizagens. E o efeito é tão mais grave quanto o número de disciplinas”, tentou explicar o ministro Fernando Alexandre.
As escolas, espaços fundamentais de formação, são o local ideal para iniciar esta mudança de paradigma, integrando a saúde mental no dia a dia e promovendo a ideia de que todos são agentes de bem-estar.
“As comunidades escolares estão mobilizadas, os diretores, os professores estão mobilizados, penso que conseguimos trazer tranquilidade, normalidade àquilo que deve ser o início de um ano letivo. O balanço é positivo porque há uma mudança grande em relação ao ano anterior, isso é evidente. Temos uma mudança no estado de espírito e é isso que é essencial: que a escola dê aquilo que as famílias esperam que dê”, afirmou Fernando Alexandre.
“O atual Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) tem repetido um número que alegadamente seria de alunos sem professor de 324.228 e que, objetivamente, não corresponde à verdade”, disse João Costa, em audição na comissão parlamentar de Educação e Ciência, por requerimento do Chega a propósito de alegadas irregularidades na colocação de professores no âmbito dos concursos interno e externo.
A Federação Nacional da Educação (FNE) entregou esta quarta-feira no Ministério da Educação, Ciência e Inovação um ofício em que apela à revisão da calendarização dos processos de forma a dar "maior estabilidade aos docentes e às escolas".
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação vai manter os manuais escolares digitais no próximo ano letivo, mas com a avaliação do seu impacto nas aprendizagens para decidir a continuidade do projeto-piloto que não convenceu todas as escolas.
A situação poderá complicar-se à medida que se avance no ano letivo porque em setembro o número de reformas atinge as 2756 e prevê-se que possa chegar a cerca de cinco mil até ao final do ano.
Estas bolsas têm o objetivo de qualificar os alunos de famílias de situações socioeconómicas fragilizadas, dando-lhes oportunidade de seguirem o seu percurso académico no ensino superior, assim como de apoiar os estágios de inserção profissional para jovens com deficiência.
O Governo decidiu prolongar novamente, até segunda-feira, o prazo para a realização de matrículas escolares para que os alunos do ensino artístico especializado público tenham mais tempo para se inscrever, indicou hoje à Lusa o Ministério da Educação.
A presidente da CONFAP, Mariana Carvalho, sublinha que já pediu medidas urgentes ao Ministério da Educação e sugere agora mais tempo para que todos os alunos possam ser matriculados.
"Site inoperacional, erros constantes, dificuldades no acesso à página e má experiência para o utilizador são algumas das queixas dirigidas ao Ministério da Educação. Há pais que estão há cinco dias a tentar efetuar as matrículas ou a renovação", refere o Portal da Queixa em comunicado.
O presidente do Chega considerou hoje que as medidas apresentadas pelo Governo para a educação são um “puro remendo” com “falta de ambição” e alertou para a necessidade de se criar estímulos para a entrada de jovens na carreira docente.
Écrans” na escola para aprender é diferente de “écrans” para lazer. Em média, nos países da OCDE, 30% dos alunos distraem-se pelo uso de dispositivos digitais em todas, ou na maioria, das suas aulas de matemática.