Bruxelas propõe novas contas de investimento. Vai a banca reagir?

Comissão espera que o mercado de capitais receba 1,2 biliões de euros em 10 anos de pequenos aforradores. Se Portugal aderir, vai o sistema financeiro tentar segurar os depositantes? Ou há liquidez de sobra?

Bruxelas propõe novas contas de investimento. Vai a banca reagir?
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É apenas uma recomendação, mas Maria Luís Albuquerque, comissária europeia para os Serviços Financeiros, promete pressionar os governos para que criem contas de investimento de fácil acesso, com incentivos fiscais e sem comissões excessivas, a partir de apenas 10 euros. Uma iniciativa que se insere num plano mais abrangente com o objetivo de levar os europeus a moverem dinheiro dos depósitos para produtos financeiros mais rentáveis.

A Comissão Europeia, que se inspirou em vários casos europeus e mundiais, quer contas “simples, fiáveis e de fácil acesso para os utilizadores”; incentivos fiscais “simples e bem dirigidos”; que os pequenos investidores “possam abrir várias contas”; e que “não enfrentem comissões excessivas”. Devem ainda “dar oportunidade de investimento em vários produtos”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 3 de outubro.

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