O país que viveu o calvário da bancarrota é, década e meia depois, uma potência mundial no ensino das Finanças, onde um mestrado pode dar um salário de 140 mil euros.
Primeiro escritório internacional da Apex Partners foi inaugurado na capital portuguesa em julho de 2025. Um ano depois, o grupo enfrenta um rombo de 985,6 milhões de reais (164,5 milhões de euros), fundos com resgates suspensos e bens do fundador bloqueados pela Justiça. Por cá, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários limita-se a dizer que "a CMVM encontra-se vinculada por deveres legais de sigilo profissional que a impedem de se pronunciar sobre a sua atuação em casos concreto”.
O acordo de venda do Banco Português de Gestão à chinesa VCredit falhou. O prazo expirou sem aprovação regulatória. Mas já há novos candidatos à compra, incluindo um banco português.
São quatro supermercados que abriram portas em três anos no segundo maior concelho português. Foram criados 345 postos de trabalho. Retalhista espanhol quer fechar o ano com 81 lojas.
É um volte-face nas intenções de venda das seguradoras, anteriormente assumidas pelo Presidente da Associação Mutualista Montepio Geral, Virgílio Lima.
A Caja Almendralejo de Badajoz chegou a acordo para comprar o BNI Europa. O contrato promessa foi assinado em novembro. O processo foi remetido ao regulador bancário para autorização.
A portuguesa Fastfiber e o fundo da Vauban Infrastructure – gestora de fundos de investimento francesa, subsidiária do grupo Natixis que pertence ao BPCE (donos do Novobanco) – avançam com ofertas vinculativas.
Relatório coloca o país como um dos mais vulneráveis a uma eventual redução de voos, cancelamentos ou quebra nas reservas turísticas, num cenário de constrangimentos no abastecimento de jet fuel. Por outro lado, projeta um crescimento económico em Portugal de 2,0% em 2026, acima da previsão para a zona euro de 0,9%.
Garante que o atraso na aplicação dos fundos europeus foi recuperado e que os novos programas estão em marcha. Para cumprir prazos. “É uma obsessão”, diz.
É um superministro, responsável pela Economia há um ano, que foi um tempo de preparação, mas também de trabalho, que tem para apresentar, como o Banco de Fomento operacional e o PRR recuperado. Aposta agora na IA, com a formação de 100 mil trabalhadores de PME, para alavancar a produtividade. E no combate à burocracia e ao incumprimento de prazos, guerras que se assume determinado em combater.
O mercado de fusões e aquisições transfronteiriças de seguradoras está em grande dinamismo. O gigante alemão de seguros está prestes a comprar a portuguesa Caravela.
Depois da forte aceleração da execução do PRR, que chegou a 98%, através dos instrumentos de capital, vem aí o fundo de fundos focado na capitalização do tecido empresarial.
O finalista na corrida à compra da seguradora GamaLife é o BPCE Groupe, dono do Novobanco. Em negociações exclusivas com o Apax, o negócio é esperado fechar em breve.
O risco de a Fosun vender a participação do BCP não deixa indiferente o Governo, que quer estar informado sobre futuros acionistas do maior banco privado. A Ageas não pode ter mais de 5%.
A Menzies Portugal e os sindicatos do setor chegaram a acordo sobre as tabelas salariais para os próximos quatro anos, com aumentos de 5% em 2026 e atualizações indexadas ao IPC e à RMMG até 2029, num memorando que substitui o instrumento em vigor e congela a negociação salarial até ao final da década.
A revelação de Pedro do Ó Ramos foi feita na conferência "Impulso Local" que decorreu em Sines esta segunda-feira. Responsável do Porto de Sines destacou que quer que esta decisão tenha um efeito de contágio.
Madalena Oliveira e Silva vai deixar a presidência da AICEP no final do ano e reformar-se. A saída da presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal foi acertada logo no momento em que aceitou substituir Ricardo Arroja, em junho de 2025, num entendimento então fechado com o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
A venda do Novobanco ao Groupe BPCE acontece esta quinta-feira. É o culminar de um processo de recuperação do banco que nasceu das cinzas do BES. O BPCE paga 6,69 mil milhões. O Estado recebe 1,67 mil milhões e a Lone Star 5 mil milhões, mas pagou 47 milhões a assessores.
O banco de investimento Lazard é o assessor financeiro independente do IPO da Fidelidade. A venda de 35% deixa a Fosun com 50% da Fidelidade. A CGDtem 15%, mas admite reforçar.