A UE e a Índia finalizaram terça-feira “o maior de todos os acordos comerciais”, como descreveu Bruxelas, que irá eliminar progressivamente direitos aduaneiros a exportadores europeus, incluindo em setores estratégicos para Portugal, como o agroalimentar ou o automóvel. Apesar do enorme mercado que se abre para a UE, o impacto nacional deve ser limitado, ainda que ramos como o azeite e vinhos tenham margem para crescer consideravelmente.
Ao JE, Rafael Alves da Rocha, diretor executivo da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, fala num “passo histórico nas relações económicas entre a UE e um parceiro estratégico de dimensão global”, sobretudo no atual contexto internacional.
Conteúdo reservado a assinantes. Veja a versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 30 de janeiro.