As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
Receitas e vendas caíram no primeiro trimestre, mas Elon Musk prevê que modelo de baixo baixo preço comece a sair da linha de produção mais cedo. Os investidores gostaram da notícia.
A empresa de Elon Musk está a cortar os preços dos seus veículos nos principais mercados, numa altura em que prevê que as vendas de carros tenham recuado pela primeira vez em quase quatro anos.
Depois de os números das encomendas de veículos terem ficado abaixo das projeções, a empresa de Elon Musk decidiu cortar os preços do Model Y, X e S nos EUA, em dois mil dólares cada.
O bónus a Elon Musk foi estabelecido num acordo em 2018, mas foi anulado este ano por um tribunal. A Tesla mostra-se contra a decisão do tribunal e pede que os acionistas aprovem o que tinha sido acordado, até porque Musk não recebe salário.
O anúncio foi feito semanas depois da empresa ter tornado público que as entregas globais de veículos no primeiro trimestre caíram pela primeira vez em quase quatro anos, sem que os cortes de preços tenham conseguido estimular a procura.
Margens a minguar, procura a abrandar, problemas na produção, e as polémicas de Musk a afetarem a imagem da marca. Tesla chegou a uma “bifurcação” e decisões vão ter de ser tomadas.
O diretor da fábrica da Tesla na Alemanha afirmou hoje que a ação de sabotagem reivindicada por um grupo de extrema-esquerda, que obrigou à paragem da produção, vai custar centenas de milhões de euros ao fabricante de automóveis elétricos.
A Tesla reportou ontem os resultados do quarto trimestre de 2023, tendo apresentado um lucro de 14.997 milhões de dólares e 25,17 mil milhões de dólares em receitas.
A construtora de veículos elétricos apresentou contas que desiludem as expetativas que haviam sido apontadas pelos investidores. Os investidores estão a recuar de tal modo, que as ações já caem mais de 4% fora de horas.
A empresa norte-americana tem vindo a realizar várias baixas de preço no seus veículos, com o intuito de tornar os seus modelos acessíveis a todas as pessoas, acelerando assim a transição do mundo para a energia sustentável.
As grandes empresas de tecnologia americanas dominaram o mercado de ações de Nova Iorque no ano passado. Os ‘Sete Magníficos’ – Microsoft, Apple, Amazon, Alphabet, Meta, Tesla e Nvidia – impulsionaram fortemente os ganhos de Wall Street no ano que passou e os analistas chegaram mesmo a temer uma dependência excessiva das grandes cotadas. No […]
Vai ser uma corrida a dois nos próximos anos. A marca de Elon Musk e a marca chinesa vão dominar os mercados globais até 2030. Marcas tradicionais só vão recuperar no final da década, mas ainda abaixo. Modelos mais em conta da BYD estão a ajudar a companhia a ganhar quota de mercado, com analistas a aconselhar a Tesla a lançar um carro ‘low cost’.