As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
Elon Musk só tem olhos para o futuro, especialmente para aquele em que os humanos não vão precisar de carta de condução. O dono da Tesla já só pensa em quando é que as estradas mundiais vão receber os seus veículos autónomos.
O concurso promovido pelo dono da Tesla doava um milhão de dólares a quem promovesse uma agenda pró-Trump, subscrevendo uma petição a favor da liberdade de expressão e do direito à armas.
O fabricante chinês de automóveis vendeu um recorde de 1,1 milhão de carros entre julho e setembro, impulsionado por novos subsídios atribuídos pelo Governo chinês para a compra de veículos elétricos.
Enquanto Elon Musk, CEO da Tesla, estima um crescimento de 30% nas vendas para o próximo ano, analistas do Deutsche Bank e do RBC apontam para 12% e 13%, respetivamente.
Elon Musk está a caminho para se tornar o primeiro bilionário, mas só lá para 2027. Até lá, vê a sua fortuna crescer com a valorização da Tesla na bolsa e com os feitos das suas outras empresas, como a SpaceX.
Elon Musk entusiasmou o mercado e isso viu-se no fecho da sessão de quinta-feira. A Tesla registou o segundo melhor dia de sempre nas negociações desde 2010. Ações continuam a subir em Wall Street e já eliminaram as perdas acumuladas.
A fabricante de carros elétricos registou uma valorização acentuada após apresentar as contas do terceiro trimestre, quando registou aumentos de 8% tanto nos lucros líquidos como na receita alcançada.
Os lucros da Tesla subiram 8% entre julho e setembro e superaram as expectativas dos analistas. Empresa viu ações dispararem no pós-fecho, mesmo com as receitas a ficarem abaixo das previsões.
O estúdio Alcon Entertainment decidiu processar a Tesla e a Warner Bros Discovery por se apropriarem indevidamente de imagens do filme Blade Runner 2049 para promover o cibertáxi da Tesla, refere a agência noticiosa Reuters, violando a lei de direitos de autor dos Estados Unidos.
O Cybercab da Tesla falhou em impressionar os investidores. Criar um táxi autónomo só com dois lugares deixou os analistas perplexos, com os rivais a terem quatro lugares. E será que Trump vai cancelar a tecnologia se eleito?
A Tesla apresentou recentemente os protótipos do Cybercab, que não tem volante nem pedais, mas um acidente em que um veículo autónomo da mesma marca matou uma pessoa, levou os reguladores nos EUA a abrirem um inquérito.
O Cybercab levou a Tesla a perder uma gigantesca quantidade monetária do seu valor de mercado num espaço de 24 horas. O mercado não ficou impressionado e pede dados concretos para colocar o veículo na estrada.
A Connect Academy prevê que Musk se torne num bilionário em 2027, apontando para que a fortuna do milionário cresça a uma taxa média anual de 110%. O relatório revela que o empresário indiano Gautham Adani pode ser a segunda pessoa a chegar a este marco, mas em 2028.
Embora o seu impressionante lançamento tenha surpreendido muita gente, é um modelo comandado por Inteligência Artificial e que não tem volante nem travões, uma ideia que não foi bem acolhida pelos mercados.
O relatório da Tesla revelou entregas totais de 462.890 e produção total de 469.796 unidades. Analistas esperavam entregas de 463.310 unidades no período encerrado em 30 de setembro, de acordo com estimativas compiladas pela FactSet StreetAccount.
A Argentina é o quarto maior produtor mundial de lítio, um componente essencial para a construção de baterias para os carros elétricos. Perante a sua importância, é essencial que a Tesla consiga garantir acesso a este componente, para que continue na vanguarda do mercado de elétricos.
No caso da Amazon, o relatório aponta que o tamanho e o papel da empresa como a quinta maior empregadora do mundo e a maior vendedora on-line de serviço de computação em nuvem tiveram um impacto profundo nos setores e comunidades em que trabalha.
A criação de emprego ficou abaixo das expetativas em agosto e cresceram os receios acerca de um arrefecimento da maior economia do mundo. A automotora liderou as perdas, entre as "sete magníficas", num dia negativo para a bolsa de Nova Iorque.