As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
O xerife do condado de Clark, Kevin McMahill, explicou em conferência de imprensa que foi encontrada uma arma aos pés do homem identificado como Matthew Livelsberger. As autoridades acreditam que o disparo foi autoinfligido.
É uma curta distância que, neste momento, separa os Estados Unidos da China. Na verdade são perto de 30 mil automóveis que a Tesla e a BYD vão disputar nos primeiros meses do ano, para ver qual das fabricantes vence a batalha.
O grupo das Sete Magníficas, formado pela Nvidia, Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Tesla, deve representar cerca de 25% dos ganhos que o índice deve gerar em 2025. Subtraído este valor, o crescimento do índice de Wall Street fica pelos 10,5%.
Governo prepara alterações, mas o presidente da entidade gestora defende o modelo tipo ‘Multibanco’, que conta com mais de 100 empresas, argumentando que os carros elétricos continuam a crescer muito no país à boleia da Mobi.e, incluindo a Tesla que não está integrada na rede.
A Tesla já apresenta um crescimento superior a 60% desde janeiro. A continuar, facilmente vai superar o valor máximo alcançado em novembro de 2021: 414 dólares por ação.
Elon Musk fez o que se pensava impossível: tornou-se o primeiro homem a ultrapassar uma fortuna de 350 mil milhões de dólares. Para trás, e a uma distância considerável, ficam outros multimilionários.
A Tesla e os tribunais norte-americanos têm estado numa intensa disputa relativamente à remuneração de Elon Musk. Tribunais já rejeitaram por duas vezes conceder 53,2 mil milhões de euros ao CEO. Saiba ao que corresponde este valor para a realidade portuguesa.
O CEO da Tesla já tinha tido uma decisão desfavorável em janeiro pelo mesmo tribunal. Esta nova rejeição das instâncias judiciais do Delaware contraria decisão dos acionistas da Tesla em restabelecer o pagamento a Elon Musk.
O PSI contrariou os ganhos registados nas principais bolsas europeias e em Wall Street, a fechar a semana. Esta segunda-feira, sobressai o PMI Industrial da zona euro e dos EUA.
A indústria automóvel dá um contributo significativo para o PIB alemão: responde por um VAB de 127,8 mil milhões de euros, 4,5% do PIB, e por 2,2 milhões de empregos, 7% do total. Mas está a passar por fortes dificuldades.
As empresas mais afetadas estão a ser a Stellantis, dirigida pelo português Carlos Tavares, que desvaloriza 4,14%, enquanto que a Volkswagen cai 2,16% e a Nissan desce 3,64%. A Tesla, de Elon Musk, que esteve envolvido na campanha de Donald Trump, e que deve entrar na administração do executivo norte-americano, fechou a sessão de ontem a cair 3,96%, mas em pré-mercado está a subir 0,53%.
Musk não é um Rockefeller. Se fosse, para quê abrir o mundo à concorrência? Musk é o rosto de uma nova forma de pensar a economia e a política. Justamente, o fim dos tios patinhas.
A automotora valorizou perto de 28% na sequência das eleições, impulsionada pelo forte apoio de Musk a Trump durante a campanha. Os mercados creem que a administração do futuro presidente será favorável à empresa.
A vitória de Donald Trump favoreceu um dos seus maiores apoiantes: Elon Musk. A fabricante automóvel Tesla viu as suas ações subirem com a vitória confirmada do 47º presidente, com capitalização e fortuna a subirem.