As mais penalizadas entre as Sete Magníficas foram a Alphabet e Tesla, ao fecharem a sessão bolsista de quinta-feira, com desvalorizações de 6,8% e de 14,5%.
A crise do sector automóvel vai impactar nos números anuais, mas a indústria deverá recuperar nos dois anos seguintes, com particular crescimento nas vendas de Tesla e BYD.
A marca alemã vendeu quase 15 mil veículos elétricos em julho, mais 35% do que no mesmo mês de 2023, tendo superado toda a concorrência, no mercado europeu. A Tesla registou um decréscimo de 16% no mesmo período e perdeu a liderança mensal.
As gigantes tecnológicas destacaram-se pela negativa em bolsa no início desta semana. Philippe Schneider, da DHF Capital, diz ao Jornal Económico que as desvalorizações vão continuar "se sentimento de risk-off continuar a pesar no mercado".
Grandes tecnológicas como Alphabet (dona da Google), Amazon, Meta Plataforms (Facebook, Instagram e WhatsApp), Microsoft e Tesla viram as suas ações recuarem, no conjunto, 12,2% no pré-mercado.
Os principais índices registaram perdas e o dia foi particularmente negativo nas tecnológicas. As tecnológicas Nvidia e Tesla caíram mais de 6% e marcaram o dia, ao passo que a dona do Facebook ganhou quase 5%.
O co-fundador da Tesla rejeita o valor avançado, mas vai criar um comité de apoio para receber doações ilimitadas de dinheiro para apoiar a candidatura de Trump, não revelando com quanto pretende contribuir.
Segundo os resultados apresentados esta terça-feira, a empresa de Elon Musk, registou uma descida de 7% nas receitas do negócio automóvel, ficando nos 19.878 milhões de dólares, e uma queda de 45% nos lucros, face ao trimestre homólogo, para 1.478 milhões de dólares.
As atenções vão estar centradas no Parlamento, onde os deputados vão abordar o atual panomarama sócioeconómico do país a partir das 09h00. Para hoje está igualmente agendada a divulgação dos resultados da NOS referentes ao segundo trimestre.
As sete maiores cotadas de Wall Street, apelidadas de 'Sete Magníficas' viram as suas ações crescerem mais nos primeiros seis meses do ano do que no total do ano passado. Nvidia é a cotada com o maior disparo do semestre.
Há uma semana, na polémica assembleia de acionistas da Tesla, Elon Musk previu que a fabricante de automóveis elétricos, um dia, valesse 30 biliões de dólares, devido aos seus robôs Optimus, que até prova em contrário ainda só dançam e dobram roupa. Qual a viabilidade? Onde é que a robótica pode ajudar empresas e sociedade? Desde logo, por poderem entrar no mercado de trabalho com um custo-capacidade inferior a 10 dólares/hora, prevê um ‘think-tank’.
Com esta venda, além de impulsionar a própria marca Elon Musk afirmou que conseguiria aumentar o valor do índice S&P500, que se encontra atualmente nos 45,5 biliões de dólares, segundo a “CNBC”.
As fabricantes de veículos chinesas cresceram 23% em viaturas vendidas no ano passado. Ultrapassaram pela primeira vez as empresas norte-americanas do sector, que avançaram 9%. Os japoneses continuam na liderança, com mais de 23 milhões de vendas.
No caso do prémio, o valor foi considerado "excessivo" por um tribunal e, por esse motivo, não vai avançar, pelo menos para já. A sede da Tesla vai ser movida para o Texas.
Nada tenho contra a inovação. Menos ainda contra a renovação energética que o mundo evidentemente precisa. Só não suporto distorções do mercado. Numa palavra: 'comichões'.
Os títulos da Tesla foram pesquisados mais de 40 mil vezes em termos mensais, liderando a lista das cotadas mais procuradas pelos portugueses com base nas pesquisas do Google.
A empresa de Elon Musk tem vindo a cortar os preços dos seus veículos, reduzindo o valor das frotas de algumas empresas de leasing europeias. Para compensar, está a dar descontos na compra de carros novos que estejam em stock.
De destacar as declarações do primeiro-ministro chinês, Li Qiang, sobre o desempenho da Tesla. No domingo, o governante chinês disse a Musk que a presença da empresa norte-americana no país é um "exemplo de sucesso da cooperação económica e comercial".