A agenda dos protestos, anunciada esta segunda-feira por uma convergência de nove sindicatos, inclui diferentes formas de luta, entre as quais uma greve ao último tempo letivo diário de cada docente já a partir de 27 de março.
O JE republica o Frente-a-Frente do NOVO entre as advogadas Ana Gradiz Correia e Rita Garcia Pereira. O debate continua na linha da frente da atualidade face à luz do parecer da PGR, dado a conhecer pelo ministro João Costa.
A greve nacional com incidência distrital, convocada por nove organizações sindicais, chega esta quarta-feira, 1 de fevereiro, a Santarém, para onde a meio da manhã confluem todos os docentes do distrito em greve.
Júlia Azevedo, presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores, estará esta terça-feira, 24 de janeiro, no Parlamento a defender a necessidade de melhorar as políticas educativas extremamente penalizadoras da carreira docente e da escola pública.
Horas antes de retomar as negociações esta quarta-feira, o ministro João Costa deu uma conferência de imprensa e fez chegar aos sindicatos um conjunto de propostas, entre as quais a possibilidade de todos os professores que já acumularam 1095 dias de serviço e que, neste ano letivo, têm um horário completo, possam vincular.
O conjunto de 18 greves por distrito do continente foi convocado por um conjunto de oito organizações sindicais - ASPL, FENPROF, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU - e no seu primeiro dia, esta segunda-feira, encerrou mais de 150 escolas em Lisboa.
A revisão do regime dos concursos de colocação, a recuperação do tempo de serviço congelado, o fim das quotas na avaliação e melhores condições salariais estão entre as principais reivindicações dos professores.
A situação ameaça piorar a partir de 16 de janeiro, segunda-feira, com oito estruturas sindicais unidas para 18 dias úteis de greve que vão percorrer o continente português, de norte a sul, distrito a distrito, até 8 de fevereiro.
Se o ministro João Costa não recuar, os 18 dias úteis de greve percorrerão o continente português, de norte a sul, distrito a distrito, entre os dias 16 de janeiro e 8 de fevereiro.
Num balanço à paralisação, o Sindicato Independente de Professores e Educadores, fala numa "adesão em massa" dos professores que provocou o encerramento de muitas escolas por todo o país, deixando centenas de alunos sem aulas no primeiro tempo.
Os sindicatos estão em luta contra as políticas do ministro João Costa. Esta terça-feira, 3 de janeiro, tem início a greve ao primeiro tempo, convocada pelo SIPE, enquanto a Fenprof promove uma concentração junto ao Ministério da Educação, a partir das 11h00.
O Sindicato Independente de Professores e Educadores transmite esta tarde à tutela o chumbo dos professores e educadores à proposta de João Costa. "Qual o motivo de repescar um modelo de recrutamento que, comprovadamente, não resultou...!?», questiona a presidente do SIPE, Júlia Azevedo.