Em comunicado, o SIPE refere que apesar de estar em processos negociais com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, considera que se as novas leis de trabalho em discussão “forem aplicadas, serão graves”.
Em comunicado, o sindicado refere que apresentou à Assembleia da República um pedido para que o OE contemple duas medidas: “o aumento real dos salários dos professores, garantindo a recuperação do poder de compra, e a diminuição da taxa de contribuição para a ADSE, corrigindo uma injustiça que se tem perpetuado”.
SIPE apresenta ao ministro da Educação proposta negocial sobre a carreira, as condições de trabalho, a formação, o recrutamento, a avaliação e a aposentação num encontro que terá lugar esta sexta-feira.
Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considera "totalmente procedente" ação coletiva interposta a três de junho de 2022 visando reinscrição dos associados do Sindicato Independente de Professores e Educadores que reúnam as condições exigidas na CGA.
Na reunião que acontece esta quarta-feira, o SIPE vai exigir ao Ministério da Educação esta efetivação. Caso contrário, admite avançar para os tribunais.
Júlia Azevedo, presidente do Sindicato Independente de Professores e Educadores, adianta ao JE que a ação cuja sentença foi favorável engloba dois autores, associados do SIPE, e que o sindicato aguarda com confiança o desfecho das restantes ações que abarcam 574 docentes.
Sindicatos dos professores e Governo voltam a sentar-se à mesa esta terça-feira, 21 de maio. Um acordo interessa às partes e os aspetos que as aproximam são mais do que os que as dividem, mas ainda há linhas vermelhas. O dia promete ser longo. Começa com a FNE e encerra com a FENPROF.
Os sindicatos dos professores e o Governo voltam a sentar-se à mesa dia 21 de maio. Depois das duas primeiras rondas negociais, são mais os aspetos que aproximam as partes do que aqueles que as dividem, ainda assim, a inexistência de compensação no valor da reforma, para os professores que já não terão possibilidade de recuperar, é uma linha vermelha para alguns sindicatos.
Na proposta do Governo não está contemplada a recuperação de tempo para quem está nos últimos escalões da carreira docente, medida que o SIPE diz não aceitar.
O ministro Fernando Alexandre admitiu disponibilidade para fazer “alguns ajustamentos” à proposta apresentada às 12 estruturas sindicais que representam os professores. Nesta primeira ronda negocial, a nota é positiva. Para os dias 13 e 21 de maio estão agendadas novas reuniões.
O processo negocial com vista à recuperação do tempo de serviço congelado de educadores e professores tem início no final da próxima semana, anunciou a tutela esta quarta-feira.
Em comunicado, a pasta liderada por Fernando Alexandre sublinha que as "reuniões decorreram num espírito de abertura e diálogo, com sentido de responsabilidade de todos, tendo em vista assegurar as condições para o início de um ano letivo com maior tranquilidade do que nos últimos anos".
O Sindicato Independente de Professores e Educadores reagiu, esta segunda-feira, à escolha de Fernando Alexandre para ministro da Educação, Ciência e Inovação.
Esta segunda-feira, 19 de fevereiro, pelas 11h00 horas, são entregues, em mão, ações nos Tribunais Administrativos e Fiscais de Braga, Porto, Coimbra, Lisboa, Beja e Loulé, visando a reintegração na Caixa Geral de Aposentações dos docentes que o quiserem fazer.
Sindicato Independente de Professores e Educadores junta-se à luta de 456 docentes que reclama o direito de se reinscrever na Caixa Geral de Aposentações.
O SIPE - Sindicato Independente de Professores e Educadores – acusa o Governo de violar o princípio da igualdade e adianta que caso a "injustiça não seja corrigida", recorrerá aos tribunais.
Segundo os nove sindicatos da convergência, o primeiro-ministro demitiu-se, mas a Assembleia da República mantém-se em funções e o calendário de aprovação do OE 2024 não foi suspenso, pelo que vão expressar o seu desagrado ao ministro, João Costa.
As celebrações arrancam já este sábado e duram uma semana, estando a greve nacional convocada para 6 de outubro, último dia da Semana Europeia dos Professores e no dia seguinte à celebração do Dia Mundial do Professor. As nove organizações sindicais da convergência estão juntas no protesto.
Esta quarta-feira, 26 de abril, é dia de protesto generalizado de professores. A greve convocada pelo S.T.O.P. prolonga-se até à próxima sexta-feira e tem serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral.
Os sindicatos levam na agenda problemas relacionados com "desigualdades" entre os docentes com contrato a termo, mas também entre docentes dos quadros, com ultrapassagens na carreira e nos concursos".