O sindicato dos trabalhadores da comunicação audiovisual repudiou esta terça-feira qualquer tipo de pressão política sobre o trabalho jornalístico e defendeu que o ministro da Educação deve um pedido de desculpas aos portugueses, após críticas à RTP.
Sindicato afeto à CGTP defende que trabalhadores devem aderir à greve geral de 11 de dezembro, criticando medidas previstas pelo Governo de Luís Montenegro que vão ter impacto numa das maiores exportadoras nacionais.
Está prevista mais uma greve nos portos com dias intercalados, de 21 de novembro a 12 de dezembro. A AGEPOR, que representa os agentes de navegação, avisa para os "impactos significativos" e aponta o dedo ao Governo por não assumir compromissos anteriores.
“Estamos neste momento à frente do IPO, no Porto, a receber inúmeras reclamações das instituições hospitalares que não estão a permitir que os trabalhadores aderiram à greve”, disse à agência Lusa a secretária-geral do sindicato (STTS), Matilde Pereira.
“A menos de um mês do início do novo contrato de concessão do serviço de helicópteros de emergência médica, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil vem alertar publicamente para o risco real de o sistema não estar operacional a partir de 01 de julho de 2025”, salienta em comunicado.
Esta terça-feira deverão estar encerrados os serviços de Finanças Lisboa 1, Porto 2, Cascais 2, Almada 3, Seixal, Moita, Barreiro, Anadia, Salvaterra de Magos, Mangualde, Abrantes e Guarda.
Na sexta-feira, dia 11 de outubro, vai realizar-se uma reunião plenária na Assembleia da República, onde os deputados vão discutir e apreciar a petição feita pelo sindicato ‘pela valorização dos salários de investigadores e professores do ensino superior’.
O STT solicitou reuniões com diversas entidades, de forma a denunciar e a combater esta precariedade. Até ao momento o sindicato já reuniu com empresas de comunicação social audiovisual , o grupo parlamentar do PCP, a ACT e o gabinete do secretário de Estado do Trabalho.
“A proposta [apresentada pelo Governo] continua a ser inadmissível, intolerável e, por isso, os enfermeiros terão razões acrescidas para manifestar a sua fortíssima indignação com a greve do dia 02 de agosto”, afirmou aos jornalistas o presidente do SEP no final da reunião com o ministério de Ana Paula Martins.
Na reunião que acontece esta quarta-feira, o SIPE vai exigir ao Ministério da Educação esta efetivação. Caso contrário, admite avançar para os tribunais.
"Esta manhã, alguns dirigentes sindicais afetos aos sindicatos que convocaram a greve de hoje têm prestado declarações à imprensa que não correspondem à verdade", refere a empresa num comunicado emitido a meio da tarde do primeiro dia de greve da CP, que decorre até à meia noite de dia 24 de julho, quarta-feira.
“O escritório A, o advogado B e o indivíduo C vão tratar de questões relacionadas com processos que estão em atraso” e “isto é preocupante, na medida em que pode abrir portas a uma vasta situação de corrupção”, afirmou a dirigente do Sindicato dos Técnicos de Migração.
O Sindicato da Construção, afeto à CGTP, vai solicitar hoje uma audiência, com caráter de urgência, à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho.
A federação dos sindicatos diz esta terça-feira que uma nova alteração no modelo de vencimentos "faz com que os médicos e restantes elementos da equipa das USF com populações mais envelhecidas e a necessitarem de mais cuidados possam não receber o suplemento".
A USAM defendeu outras medidas como a eliminação da precariedade e o acesso a postos de trabalho permanentes, com Direitos e com vínculos efetivos, e a subida generalizada de 15% nos salários, com um referencial mínimo de 150 euros.
O sindicato Nacional da Indústria e Energia considera que as atitudes da EDP, ao manter a sua proposta de aumentos de 3%, para um mínimo de 60 euros, são inadmissíveis, principalmente depois de ter anunciado um aumento de 15% para a administração da EDP.
A dirigente do sindicato, Maria José Afonseca, referiu ao Económico Madeira que as situações de incumprimento salarial já duram desde fevereiro de 2023. O Económico Madeira tentou contactar a empresa para esclarecer se existem salários em atraso, ou não, mas não obteve resposta até ao momento.
O encontro entre o secretário de Estado da Digitalização e Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e o STPT está marcado para a próxima segunda-feira às 15h00, na Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa.
A concentração de sindicatos dos trabalhadores da banca afetos à UGT realiza-se em frente à sede da APB - Associação Portuguesa de Bancos. Em cima da mesa encontram-se duas contrapropostas: de 2 e 3%. “Caixa chegou-se à frente, mas achamos que consegue ir mais além”, diz ao JE o presidente do Mais Sindicato.
"Foi com alguma perplexidade que o STPT recebeu um ofício do gabinete do senhor primeiro-ministro, datado do passado dia 8, a encaminhar a questão da venda da Altice Portugal para o gabinete do secretário de Estado da Digitalização e Modernização Administrativa", diz a estrutura sindical.