O sindicato soube que a Global Media Group está a ponderar realizar um despedimento coletivo que envolve cerca de 150 trabalhadores do grupo, no entanto o STT considera este tipo de especulação como "terrorismo laboral".
O "JN" refere que, para os especialistas de medicina geral e familiar, este índice pode representar até 2.860 euros por mês, portanto com as novas regras quase metade desse valor pode ficará em risco.
“Nestes primeiros três dias registamos como muito positivo a elevada adesão em todo o território nacional (centros hospitalares nas áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Coimbra e nas instituições do interior do país) e, em simultâneo, um cumprimento rigoroso e escrupuloso dos serviços mínimos (assentes na adequação, necessidade e proporcionalidade)”, refere o sindicato em comunicado.
A paralisação, convocada pela Federação Nacional dos Médicos (Fnam), acontece cinco dias depois de os sindicatos se terem reunido com o Ministério da Saúde e de estar marcada uma nova ronda negocial para a próxima quinta-feira.
No pré-aviso de greve, distribuído hoje aos jornalistas pelo sindicato antes de uma reunião negocial com o Ministério da Educação, o SINAPE afirma que se assiste desde 2010 “a uma desvalorização salarial destes profissionais da educação”.
Em declarações à agência Lusa, o presidente do STRN, Arménio Maximino, referiu que habitualmente quando há constrangimentos nos sistemas informáticos dos tribunais - na terça-feira a plataforma Citius esteve indisponível, provocando o adiamento de julgamentos e diligências, também a mesma situação se verifica nos Registos apesar de a plataforma informática ser diferente.
A luta “visa fazer com que o Governo dê uma resposta efetiva ao caderno reivindicativo sindical” e “visa também o urgente encerramento da atividade” da mesa negocial constituída entre o Governo e o Sindicato Independente dos Médicos.
Em declarações à Lusa, Elisabete Gonçalves, dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais disse que “existem turnos diferentes. Alguns começam às oito, outros começam à meia-noite, e nós temos estado a fazer o balanço das várias entradas de turno, e neste momento temos uma adesão à greve na ordem dos 95%”.
Carlos Costa, da Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans), que convocou a greve, avançou que a paralisação foi suspensa este fim de semana na sequência de um pré-acordo alcançado durante a semana e que será concretizado na próxima terça-feira.
O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários celebra 40 anos e reúne esta segunda-feira os melhores especialistas para debater os desafios do sindicalismo moderno num contexto laboral que está a sofrer mudanças profundas.
Os primeiros três dias de paralisação dos tripulantes de cabine da companhia aérea ‘low-cost’ levaram ao cancelamento de 224 voo a 26, 28 e 30 de maio.
Este foi o segundo dia da greve parcial dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, convocada pelo Sindicato dos Inspetores de Investigação, Fiscalização e Fronteiras (SIIFF).
O sindicato referiu que os trabalhadores rejeitaram a decisão unilateral da empresa que previa um aumento salarial de 5,5% no salário, passar o salário mínimo na empresa para 805 euros e aumentar o valor em 0,41 cêntimos por dia no subsídio de refeição com efeitos a 1 de janeiro de 2023.
Tiago Faria Lopes, presidente do SPAC - Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, considera que a comissão parlamentar de inquérito à tutela política da gestão da TAP “é um lavar de roupa suja desnecessário”.
O Sindicato Independente dos Médicos considerou hoje preocupante a proposta da Ordem dos Médicos que aumenta o número de partos a realizar por equipas mínimas de urgência de Ginecologia e Obstetrícia, advertindo que irá reduzir a segurança.