As refinarias chinesas e indianas estão à procura de fornecedores de combustíveis alternativos aos da Rússia, devido às duras sanções que os Estados Unidos têm aplicado ao país europeu com o objetivo de reduzir as receitas do segundo maior exportador de petróleo do mundo.
“Os embaixadores acabam de chegar a acordo sobre o 15.º pacote de sanções em reação à agressão da Rússia contra a Ucrânia”, anunciou a presidência húngara rotativa do Conselho da UE numa publicação na rede social X (antigo Twitter).
O Governo britânico anunciou hoje que aplicou sanções contra três cleptocratas, entre os quais a filha do ex-Presidente angolano, nomeadamente proibição de entrada no país e congelamento de ativos, no âmbito de uma campanha contra a corrupção.
“Continuamos a agir contra a evasão às sanções russas e, já na próxima semana, vamos introduzir novas e fortes sanções contra aqueles que facilitam a máquina de guerra do Kremlin, incluindo intermediários em países terceiros que fornecem à Rússia materiais essenciais para as suas forças armadas”, afirmou a secretária norte-americana do Tesouro, Janet Yellen.
Entre os sancionados estão a presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Caryslia Rodríguez, o secretário-geral do CNE, Antonio José Meneses, e o vice-presidente da Assembleia Nacional, Pedro Infante Aparicio.
“O Governo português tem abertura para considerar isso”, disse Paulo Rangel, em Bruxelas, no âmbito de uma reunião ministerial que ainda está a decorrer.
A Rússia vai aplicar um aumento das tarifas de importação dos bens provenientes de países que aplicaram sanções à Rússia, após esta ter iniciado o conflito com a Ucrânia.
De acordo com a “Reuters”, este é o primeiro pacote que aplica restrições ao gás russo, banindo a reexportação do gás natural liquefeito (GNL) russo em águas da UE, não colocando, ainda assim, em causa as importações.
Na passada quarta-feira os EUA anunciaram novas sanções à Rússia, que levaram a uma suspensão imediata do comércio de dólar e euro na bolsa de Moscovo, tendo a bolsa e o banco central realizado declarações apressadas na quarta-feira.
Os Palestinianos estão isolados e sem assistência humanitária, os jornalistas estão a ser expulsos de Gaza e o mundo finge que não assistimos ao fim de toda a decência humana.
Bruxelas já deveria saber que sanções não funcionam e ter compreendido que a Guerra na Ucrânia e o apoio irrestrito ao governo de Netanyahu são contraproducentes para o futuro da Europa.
O país é acusado de ajudar Moscovo a pagar a guerra com a Ucrânia, uma vez que importa petróleo refinado de países como Índia, China e Turquia, mas cuja origem é a Rússia.
De acordo com o Tesouro norte-americano, as novas sanções surgem num momento em que os Estados Unidos e os aliados procuram manter a pressão sobre a Rússia, apesar das dúvidas sobre se o Congresso norte-americano vai aprovar a assistência de segurança adicional para Kiev.
A iniciativa surge depois de a UE ter decidido, como uma das sanções impostas à Rússia pela invasão da Ucrânia, proibir quaisquer transações relacionadas com a gestão das reservas e dos ativos do banco central russo, com os restantes ativos relevantes detidos por instituições financeiras nos Estados-membros a ficarem congelados.
A PJSC Alrosa é uma parte importante do tecido económico russo e a União acredita que os seus lucros estão a ser canalizados para financiar a guerra na Ucrânia. A decisão surge quase dois anos depois do início das sanções e dois dias depois de um pagamento de juros obrigacionistas.
A posição foi comunicada ontem, quinta-feira, à secretária do Comércio dos EUA, Gina Raimondo, pelo ministro do Comércio da China, Wang Wentao. "É muito importante que as duas partes discutam a fronteira entre as preocupações de segurança nacional e a cooperação comercial e económica", lê-se num comunicado do Ministério do Comércio chinês.
As sanções dos Estados Unidos à Guiné-Bissau, que abrangem ainda a Guiné Equatorial e a região administrativa especial chinesa de Macau, anunciadas quarta-feira, aplicam-se à “ajuda não humanitária e não relacionada com o comércio”.
O regime iraniano pediu aos Estados muçulmanos que parem a venda de petróleo a Israel. Mas o embargo, a ser aceite (o que é duvidoso) teria com certeza poucas consequências práticas para a economia do Estado hebraico.
“A Venezuela expressa mais uma vez a sua mais categórica condenação pelas insólitas acusações, falsas e sem fundamento, feitas pela mal chamada Missão (…) num novo relatório panfletário apresentado perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra”, acusa o Governo venezuelano em comunicado.
Os Estados Unidos vão impor novas sanções a mais de 150 pessoas e entidades acusadas de apoiarem a Rússia no âmbito da invasão da Ucrânia, anunciou hoje o Departamento de Estado norte-americano.