A 23 de junho de 2016, uma maioria de britânicos idosos votou favoravelmente o Brexit. Dez anos depois, e face ao arrependimento, o caminho de regresso de algum modo já começou. O futuro novo primeiro-ministro tem o tema na agenda.
Uma sondagem realizada esta segunda-feira indica, para surpresa geral, que os trabalhistas liderados por Andy Burnham podem vencer os radicais de direita do Reform UK.
Dois terços dos eleitores britânicos considera que foi um erro deixar a UE, três quartos querem uma relação mais próxima com a UE e 63% estariam dispostos a aceitar a livre circulação de bens e mercadorias em troca de uma relação comercial mais próxima, aponta um estudo recente sobre o Brexit uma década depois.
Os mercados acabaram por reagir de forma cautelosa e neutra. O índice britânico está, neste momento, a registar ganhos ligeiros de ~0,28%. Também no mercado cambial não se observou grandes reações por parte da libra, onde o par EUR/GBP segue a registar perdas ligeiros de 0,22% e o par GBP/USD regista ganhos ligeiros de 0,09%.
Numa declaração pelas 09:30 junto à residência oficial no número 10 de Downing Street, Starmer indicou que o sucessor deverá estar em funções em setembro.
O que parecia inevitável a seguir às eleições municipais de maio vai mesmo acontecer: Keir Starmer vai engrossar a lista de primeiros-ministros mais ou menos irrelevantes que os britânicos têm colecionado desde o Brexit. Em Manchester, é conhecido com o ‘rei do norte’.
O encontro entre os embaixadores de França, Alemanha e Reino Unido mantiveram um encontro no Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, apesar de o ministro, Sergey Lavrov, ter demonstrado algum ceticismo face à iniciativa.
Um inquérito de investigadores do King's College London, divulgado pela Euronews, disse que mais de metade disse acreditar que a inteligência artificial (IA) conduzirá a um desemprego generalizado e um em cada cinco teme que isso provoque distúrbios sociais.
O ministro de Estado britânico para o Comércio, Chris Bryant, e Jasem Mohamed Albudaiwi, do Conselho de Cooperação do Golfo, fecharam um acordo que se salienta, entre outras razões, por não ter sido assinado com os Estados Unidos.
Streeting é o primeiro ministro a demitir-se, numa altura em que Starmer enfrenta pressões para se demitir após os maus resultados do Partido Trabalhista na semana passada nas eleições locais e regionais.
Cresce o número dos que consideram que já não está em causa se Keir Starmer se demitirá: só falta saber quando. Esta quarta-feira, há um encontro essencial com o ‘insurgente’ Wes Streeting. Mas, quando Starmer desistir, o país não tem de ir para eleições antecipadas.
Quando afirmou querer colocar o Reino Unido “no coração da Europa”, Starmer não estava apenas a fazer política externa. Estava a tentar redefinir a narrativa nacional britânica.
O Reform UK, partido de Nigel Farage, o líder da extrema-direita britânica e pró-Brexit, ganhou as eleições no Reino Unido. Nem tudo correu como indicavam as sondagens, com a exceção do anunciado desastre dos trabalhistas.
O líder do Partido Trabalhista Escocês, Anas Sarwar, reconhece a derrota, atribuindo a culpa à "insatisfação nacional" com o partido. Posição de Keir Starmer está cada vez mais insustentável.
O primeiro-ministro afirma que os resultados do Partido Trabalhista são "muito difíceis", assume a responsabilidade da derrota e admite que o partido deve "refletir e responder". Mas não vai deixar a direção do executivo: seria lançar o país "no caos".
Esta quinta-feira, os britânicos vão votar em eleições locais. Londres, Escócia e País de Gales estão no centro das atenções das eleições locais desta quinta-feira. Todas as sondagens indicam que os trabalhistas vão sofrer pesadas derrotas em todo o lado.
Em Lambeth, no sul de Londres, Diogo Costa e Pedro Xavier, ambos com origem no norte de Portugal e ligados há muitos anos ao município, disputam a zona de Oval, que inclui o bairro conhecido como “Little Portugal”.
De acordo com a “CNBC”, esta medida permite que as empresas evitem os cancelamentos de última hora, ao mesmo tempo que permite que as empresas deem alguns dos seus slots de descolagem e aterragem, sem que os percam mais tarde.