Ficaria certamente muito desencantado. Que sugestões faria para lutar com a atual crise no Reino Unido? Exigiria também a reversão do Brexit como o fazem alguns liberais daquele país?
O Reino Unido é o lar de inovadores com pensamento visionário e capitalistas aventureiros, e das infraestruturas de pesquisa e desenvolvimento mais desenvolvidas da Europa.
A decisão, após medida semelhante da S&P e da Fitch, foi motivada pelo “aumento da imprevisibilidade” das decisões das autoridades, num momento em que a economia está em ‘cheque’ e a inflação a subir.
O "inesperado caos" da economia e política britânica ao discurso de abertura do 20.º Congresso do Partido Comunista Chinês, passando, claro, pela Ucrânia. Para ouvir esta semana em ‘A Arte da Guerra’, um programa conduzido pelo jornalista António Freitas de Sousa e com os comentários do Embaixador Francisco Seixas da Costa.
Uma democracia não se esgota nas instituições formais ou na mera representatividade de decisores. Mercados eficientes e livres contribuem de forma inequívoca para a manutenção da democracia e são promotores de prosperidade.
As respostas políticas às crises atuais não passam por abdicarmos das nossas responsabilidades climáticas. Não temos o direito de sacrificar o futuro pelo presente.
Será que a falta de credibilidade deste novo governo pode criar uma maior volatilidade na sua moeda? Sentir-se-ão os investidores seguros para voltar a investir na libra após esta demonstração de incerteza nas próprias medidas aplicadas?
Os líderes conservadores devem reunir-se na segunda-feira para abordar uma "missão de resgate" que implicaria a saída de Truss, depois de o seu novo ministro das Finanças, Jeremy Hunt, ter chumbado a redução de impostos que a primeira-ministra tinha tornado no eixo do seu mandato.
Citando Jonathan Golub, do Crédit Suisse US, “uma recessão é, antes de outras coisas, um colapso do mercado de trabalho”. Ou seja, o copo está meio cheio ou meio vazio, sendo que estamos estamos em pleno “yes, but market”.
Em tempos de grandes mudanças nas questões internacionais, a Rainha Isabel II tem sido um símbolo de continuidade e estabilidade. Com a sua capacidade de transcender a política e a geografia, toca a vida de milhões de pessoas em todo o mundo.