O problema não está na tecnologia em si, mas em quem a utiliza e em que condições. Grande parte deste tratamento de informação ocorre fora do alcance de qualquer regulação eficaz.
Apesar da necessidade de regulamentação acolhida na Cimeira, a sua elaboração deve ser rodeada de muita perspicácia, inteligência e de alguma facilidade de adaptação e aplicação.
"Não devemos marcar como alto risco coisas que não parecem ser de alto risco no momento. Deveria haver um processo dinâmico", disse a vice-presidente da Comissão Europeia para os Valores e Transparência, Věra Jourová, ao "Financial Times".
Eram as próprias empresas europeias que defendiam a existência de um imposto de carbono à entrada da Europa para nivelar os preços e, assim, existir uma competitividade “mais justa”.
O regulador da comunicação social apresentou esta quarta-feira o Plano de Atividades global e sectorial para o próximo ano, que foi aprovado em reunião extraordinária do conselho regulador na semana passada e entretanto remetido quer aos membros do conselho consultivo da instituição quer à Assembleia da República.
Nós por cá – e refiro-me a Angola – temos o hábito de escurecer os vidros das viaturas. Fazemo-lo por questões de segurança, pois acreditamos que ao “fumar” os vidros é mais difícil saber quem conduz…
Uma grande parte dos utilizadores, mais ou menos consciente dessas práticas, continua a clicar em todos os consentimentos, a participar nas redes sociais e a aderir alegremente às inovações que vão surgindo.
“A excessiva regulamentação desta tecnologia condicionaria as capacidades de inovação das empresas europeias e poderia favorecer a deslocalização de quem pretende libertar-se de um quadro regulamentar excessivamente impositivo”, alerta o CEO da tecnológica Inetum.
É urgente que seja implementada na Europa uma definição clara sobre armazenamento de energia, para regular o armazenamento de energia renovável a nível europeu.
Toda e qualquer revolução, seja ela industrial, política ou social, apesar de terem, na sua grande maioria, géneses positivas e desejos beneméritos, trazem sempre consigo ambições distintas, corrupções de sociedades.
Se a informação a que temos acesso estiver muito incompleta, errada, ou se não a compreendermos, as nossas decisões serão tendencialmente de pior qualidade.
O especialista em Inteligência Artificial (IA) Arlindo Oliveira defendeu hoje "regras muito claras" no uso prático desta "tecnologia poderosa", para controlar riscos, mas que não asfixiem o seu desenvolvimento, face ao "potencial de vantagens para o mundo".
A Comissão Europeia espera, este ano, um acordo na União Europeia (UE) relativamente à primeira lei sobre Inteligência Artificial (IA), embora admita que as novas regras só entrem em vigor em 2025, não acompanhando a velocidade da tecnologia.
Depois de duras críticas ao esboço legislativo europeu sobre a regulação da Inteligência Artificial, o fundador da empresa por detrás do ChatGPT diz-se preparado para ficar na UE e defende regulação da tecnologia.
O G7 considerou que apesar das posições dos países poderem variar, no que diz respeito aos métodos para se poder chegar a uma inteligência artificial confiável, é necessário que a economia digital "esteja de acordo com valores democráticos".
Não pode existir passividade e permissividade por parte das Autarquias. Estas devem, numa primeira fase, sensibilizar os operadores detentores de painéis em situação de ilegalidade para os removerem, por forma evitar-se a sua remoção coerciva.
Uma abordagem colaborativa pode melhorar os recursos de resposta a incidentes, permitindo que as organizações coordenem os seus esforços para os conter e ultrapassar.