Continue-se a reformar o Estado. Não é só digitalizá-lo, é eliminar passos, processos. Mais: está muito previsto, planeado, faça-se acontecer, concretize-se. Para sairmos do reino do papel e do powerpoint para o da obra.
A confiança é uma das bases não só da experiência pedagógica na relação professor-aluno como também da responsabilidade que a sociedade deposita na escola. E ela tem de existir, claro está, também no que toca à avaliação.
Reformar em pleno emprego não é atacar trabalhadores, é evitar que a próxima reforma seja feita contra eles. O sindicalismo português continua preso a uma visão defensiva e arcaica da economia.
Após um simulacro de 10 meses de negociação noutra frente, Ventura poderá ter enterrado a reforma laboral, ao condicionar o seu voto favorável à nova exigência colocada no centro da negociação política.
Passos Coelho criticou o governo de Montenegro. Não sabemos o que faria de diferente, porque recusou disputar a liderança no PSD e apresentar-se como candidato a primeiro-ministro, defendendo o que entende serem as reformas necessárias ao país.
O novo inquilino de Belém já sinalizou que “não há desculpas”, insistindo que este é o momento para o Governo e os partidos encontrarem soluções duradouras para os problemas do país.
Em Portugal, temos as presidenciais, agora. São importantes para se perceber o quadro em que tudo o resto deve funcionar, nomeadamente a prometida ação governamental que passa por reformas. Muitas.
Presidente da República devolveu ao Governo três diplomas estruturantes da reforma na saúde para "aperfeiçoamento". Em causa estão os decretos sobre os médicos prestadores de serviços (os tarefeiros), as urgências regionais de obstetrícia e o novo Sistema Nacional de Acesso à Consulta e Cirurgia (SINACC), que substitui o atual SIGIC. Federação Nacional dos Médicos denuncia "falta de transparência no processo negocial" e defende que os diplomas do Executivo partem de uma "premissa errada e ideologicamente enviesada".
O novo primeiro-ministro enfrentará a tarefa quase impossível de unir o parlamento e encontrar formas de aprovar o próximo orçamento para cobrir um rombo orçamental de 44 mil milhões de euros. Será a França capaz de se reerguer politicamente e implementar reformas, ou veremos uma crise de maior alcance na UE?
O antigo ministro do Trabalho e da Segurança Social diz, este domingo, em entrevista ao programa Conversa Capital que se "agitam alguns fantasmas", como é o caso de as pessoas recusarem trabalho e preferirem prestações sociais. José António Vieira da Silva refere que essas pessoas o que recusam é o trabalho formal porque estão a trabalhar fora do sistema.
Em troca de aumentos salariais, o parlamento dinamarquês decidiu acabar com pensões vitalícias dos titulares de cargos políticos. Mas mudança só se conclui em 2090.
Estabilidade não é imobilismo. É saber com o que se conta, manter o equilíbrio, sem variações radicais ou extemporâneas. É saber onde se está por algum tempo, neste caso por quatro anos de legislatura.
Não acordámos um dia com falta de habitação, de professores ou de médicos. Quem estava de serviço, nestes casos o anterior governo, falhou, e vamos levar anos a resolver, por muito que se esperneie.
Valdemar Duarte, diretor-geral da Ageas Pensões, considera que é preciso acelerar a criação de incentivos para os complementos de reforma, que incluem os PPR e os fundos de pensões, de maneira a que os portugueses possam ter uma pensão digna no futuro.
Repetem-se os erros do passado quando não se discute o que é verdadeiramente importante: as questões relativas às reformas da justiça, saúde e educação, e sobretudo que País queremos deixar para as próximas gerações.
O repto foi lançado por Maria do Rosário Gama, presidente da direção da Associação de Aposentados, Reformados e Pensionistas (APRe!), em conversa com o Jornal Económico (JE). A dirigente mostra-se preocupada com aquilo que possa resultar do grupo de trabalho criado pelo Governo e defende que o relatório do Tribunal de Contas (TdC) mistura contas “imiscíveis” para provar uma “insustentabilidade” da Segurança Social que “é fictícia”.
O maior problema dos sistemas de saúde é o do acesso. O SNS tem hoje mais médicos, enfermeiros e técnicos do que alguma vez teve e a sua atividade atinge níveis históricos. Mas a oferta pública não é suficiente.