Não me parece que o cenário de eleições antecipadas tenha qualquer espécie de viabilidade, e a prioridade deve ser dada à estabilidade política por pelo menos mais um ano.
Nessa reunião, que começou por volta das 16h30 na residência oficial de São Bento, estiveram presentes o secretário-geral do PSD, Hugo Soares, a vice-presidente Leonor Beleza e os ministros Paulo Rangel, Miguel Pinto Luz, Joaquim Miranda Sarmento, António Leitão Amaro, Pedro Duarte e Manuel Castro Almeida.
Na Madeira, o secretário-geral do PS diz que é tempo de pôr fim a um "governo que governa para alguns". E sublinha que "não é só na região que o governo falha e fracassa".
O Presidente da República referia-se à moção de censura apresentada pelo Chega, intitulada “Pelo fim de um Governo sem integridade, liderado por um primeiro-ministro sob suspeita grave”, com origem na situação da empresa da qual Luís Montenegro foi sócio até junho de 2022 e que agora pertence à mulher e aos filhos de ambos, e que foi chumbada na sexta-feira.
O Chega levou na sexta-feira à Assembleia da República uma moção de censura ao Governo PSD/CDS-PP que foi chumbada, com a abstenção do PCP e o voto favorável apenas do partido proponente.
O PSD Madeira afirmou que o investimento feito na área da educação, que se traduziu em medidas como por exemplo a atribuição gratuita de manuais digitais e equipamentos a todos os alunos do 1º ao 12º ano se traduziu num investimento público de cerca de 10 milhões de euros.
No debate da moção de censura ao Governo, que decorre esta tarde no parlamento, Pedro Nuno Santos fez, em nome do PS, o primeiro pedido de esclarecimento ao primeiro-ministro na iniciativa do Chega motivada pela situação da empresa da qual Luís Montenegro foi sócio até junho de 2022 e que agora pertence à sua mulher e aos filhos.
Na primeira intervenção pela bancada social-democrata, Hugo Soares considerou que o debate da moção de censura ao Governo apresentada pelo Chega “acabou” com o discurso do primeiro-ministro, Luís Montenegro, em que explicou o percurso e as atividades da sua empresa familiar.
Pedro Nuno Santos insiste que o primeiro-ministro deve explicações sobre a empresa dos seus familiares e aponta semelhanças à polémica que levou à demissão do secretário de Estado Hernâni Dias.
A notícia, avançada esta sexta-feira pelo "Público", destaca ainda que o PSD irá ainda propor que políticos e titulares de altos públicos sejam informados, de forma obrigatória, sobre a identidade de quem consultou qualquer elemento da declaração de rendimentos.
Na opinião do presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque, "é fundamental neste momento para o futuro da Madeira" haver uma "votação expressiva" no PSD, partido que considera ser "aquele que, de facto, dá garantia de segurança, de previsibilidade, de tranquilidade".
O ex-líder do PSD entregou o cartão de militante do PSD como “acto simbólico” para reforço do compromisso de isenção. E avisa: “Não é tempo de aventuras, experimentalismos ou tiros no escuro”.
Foi na Santa Casa da Misericórdia de Fafe, local que espelha a sua "ligação ao setor social", que o social-democrata recordou a "intensa vida pública, pautada sempre pela mesma preocupação: poder ser útil ao país, servir Portugal com integridade e dedicação", no dia em que apresenta a sua candidatura à Presidência.
Num dos projetos de resolução recomenda-se ao Governo que avalie as condições necessárias para a criação de “um projeto-piloto não vinculativo de voto eletrónico não presencial para os eleitores residentes no estrangeiro”, o qual deve acautelar a autenticidade, a segurança e a confidencialidade do exercício livre do direito de voto.
O Ministério Público deduziu acusação contra 60 arguidos no âmbito do processo 'Tutti Frutti' por crimes de corrupção, prevaricação, branqueamento e tráfico de influência.
Francisco Gomes, deputado do Chega, realçou ainda que a entrevista do secretário-geral do JPP, Élvio Sousa, que referiu que o JPP vai apoiar a força política mais votada nas próximas eleições regionais da Madeira, que estão marcadas para 23 de março, evidencia o "alinhamento" do JPP com o PSD, "disfarçado sob uma promessa de garantir estabilidade", algo que o deputado do Chega diz ser "falsa e enganadora".
"Tudo isto confirma que a posição adotada é, na prática, o já referido golpe palaciano e ilegal, evitando que o partido dê voz aos militantes, cujas ideias e decisões, num partido democrático, deveriam ser soberanas", afirmou o social-democrata Manuel António Correia.
Hoje há reunião do Conselho Nacional Ordinário do Partido Social Democrata que irá analisar a atual situação política e apresentar, discutir e votar o orçamento do partido para este ano.