A partir das 15h00, estarão em discussão o projeto da Iniciativa Liberal para a criação de uma comissão eventual de inquérito parlamentar ao INEM, assim como a proposta do Chega sobre a ocupação ilegal de imóveis e outra iniciativa do PS relacionada com o apoio aos viticultores da Região do Douro. A Assembleia da República também irá votar a alteração dos Estatutos dos Magistrados Judiciais, do Ministério Público e dos Tribunais Administrativos e Fiscais, além da Lei da Organização do Sistema Judiciário.
Socialistas vão abster-se e garantir, para já, viabilização da redução do IRS, mas exigem que o Governo garanta aos portugueses que não vão reverter esta redução de impostos mais à frente.
Socialistas vão abster-se e garantir, para já, viabilização da redução do IRS, mas exigem que o Governo garanta aos portugueses que não vão reverter esta redução de impostos mais à frente.
Candidata do PS à Câmara de Lisboa, quer repor as finanças da cidade em ordem, quer regular mais o alojamento local, acabar com o AL ilegal, proibir a vendas de bebidas alcoólicas na rua a partir de determinada hora. Quer menos carros particulares e mais transporte público. E tranquiliza os empresários: nada têm a temer.
A decisão dos socialistas será abster-se na sexta-feira e manter em aberto a apresentação de propostas de alteração em sede de especialidade, disse à Lusa fonte do PS, reiterando a necessidade de esta medida ter em conta a justiça social.
O eurodeputado do PS, Francisco Assis disse, em entrevista à Antena 1, que acredita que "vai haver uma grande surpresa" nas presidenciais: "Acho que o Almirante Gouveia e Melo não vai à segunda volta". O socialista considera que deve haver uma segunda volta nas eleições presidenciais com António José Seguro e Luís Marques Mendes, sendo que no final acaba por vencer António José Seguro. Francisco Assis considerou que Gouveia e Melo "não tem a menor preparação para o desempenho de um cargo político" como o de Presidente da República.
Segundo o secretário-geral do PS, “há matérias mais sensíveis, há matérias menos sensíveis” e os socialistas consideram que “é possível aperfeiçoar determinadas matérias” nos diplomas do executivo sobre nacionalidade e estrangeiros, para regular a imigração, que vão a debate no parlamento na sexta-feira.
“Nos próximos meses, o país político vai estar concentrado nas eleições autárquicas. Foi como autarca que comecei a minha vida política. É no poder local democrático que mais se sentem os valores da liberdade, da igualdade e da justiça”, apontou.
Numa corrida sem adversários, antigo ministro vai ser eleito líder do PS, sucedendo a Pedro Nuno. Manuel Alegre e Maria de Belém destacam “qualidades” de Carneiro e acreditam que será capaz de recuperar confiança no partido.
Encontro com o novo líder socialista foi anunciado numa nota divulgada este sábado no portal da Presidência da República, pouco tempo depois da eleição do sucessor de Pedro Nuno Santos.
“É a primeira vez que vos falo na qualidade de líder do Partido Socialista. A confiança em mim depositada pelos meus camaradas é uma honra e uma responsabilidade”, disse no sábado José Luís Carneiro na primeira intervenção após as diretas às quais foi candidato único.
“Como sempre. Mais evidente fica o que já apontei: António José Seguro deve ser o candidato apoiado por PS. Para federar esquerda e democratas”, defendeu. Na opinião da antiga candidata presidencial, “qualquer outra cartada será divisionista e suicida”.
Socialista explicou que a sua eventual candidatura não reuniu "consenso suficiente para ser uma candidatura" e que, portanto, não reúne as "condições necessárias para ser o candidato do centro-esquerda" na corrida a Belém. Vitorino deixa, no entanto, no ar que podem ainda surgir outros candidatos da área socialista.
Em entrevista à RTP, gravada em Bruxelas, na véspera de um Conselho Europeu, Luís Montenegro reiterou que não fará qualquer "acordo parlamentar permanente" nem com a segunda força política, referindo-se ao Chega, nem com a terceira, dizendo ter sempre rejeitado um bloco central com o PS.
“Apoio José Luís Carneiro. Como militante do PS há 51 anos, e como presidente do partido, fico satisfeito por o PS poder relançar, com uma nova liderança, a energia enfraquecida com os resultados das últimas eleições, para honrar o seu passado e constituir-se como uma boa promessa de futuro”, declarou Carlos César, na rede social Facebook, antes das eleições diretas que se realizam na sexta-feira e no sábado.
Estas posições sobre as medidas aprovadas na segunda-feira em Conselho de Ministros foram assumidas pelo líder parlamentar interino do PS, Pedro Delgado Alves, em que procurou salientar a abertura dos socialistas para o diálogo e em que disse esperar que o executivo PSD/CDS não avance com as alterações “de forma súbita”.
Discussão do programa do Governo serviu para José Luís Carneiro vestir o fato de líder antes de o ser. Apesar das críticas, antigo ministro destacou as áreas nas quais ADcontará com o PS.
O economista e professor catedrático defende que boa parte dos problemas atuais mais prementes – com realce para a saúde, a habitação e o elevado esforço fiscal, associado à ineficiência dos serviços públicos e da despesa pública – exigem reformas e tempo. E diz que a emergência do Chega resulta precisamente da insatisfação da população com a incapacidade de resolução dos seus problemas.
O PS criticou a AD por incluir no Programa do Governo medidas fora do programa eleitoral com o presidente do partido e secretário-geral interino a acusar Luís Montenegro de se chegar “mais à direita” e de acrescentar medidas ao Programa do Governo que não faziam parte do programa eleitoral, “para seduzir a IL e o Chega”.