O líder parlamentar do PS, Paulo Cafôfo, salientou que no requerimento entregue pelo PS à presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Rubina Leal, é dito que o Parlamento regional "não pode ficar indiferente", a este episódio, "sob pena de se tornar cúmplice por omissão, normalizar o insulto, o abuso de linguagem e o ataque pessoal" no debate político.
Depois de acusar o Executivo em funções de ser responsável por "um ano a derramar o saldo orçamental legado pelos Governos do PS", o parlamentar socialista deixou clara a posição do partido: "Não conta com o PS para esse caminho".
Na sexta-feira decorre a votação final global do Orçamento Regional da Madeira e do PIDDAR. Até lá os partidos com assento parlamentar discutem os dois documentos na especialidade.
“Eu acho que nós temos, em primeiro lugar, de nos ouvir uns aos outros e de nos respeitarmos uns aos outros”, afirmou José Luís Carneiro, em Leiria, onde apresentou a candidatura à liderança do partido.
“Há valores e princípios dos quais nós nunca poderemos abdicar. (…) Vamos, portanto, aguardar pelo respeito do Governo e que o Governo tenha consciência de que tem de escolher com quem quer fazer o diálogo”, afirmou José Luís Carneiro aos jornalistas, em Leiria, antes de um encontro com militantes, para apresentar a candidatura a secretário-geral do PS.
“A nossa prioridade são as eleições autárquicas. Há um hábito de queimar etapas e eu não gosto de queimar etapas. Gosto de cada etapa no seu tempo”, afirmou José Luís Carneiro numa visita à Feira Nacional da Agricultura, em Santarém.
O antigo líder socialista declarou o seu apoio ao candidato único a secretário-geral do PS e apelou aos militantes para que mostrem “confiança e unidade”.
O presidente do PS, que está a assumir interinamente o cargo de secretário-geral até ser eleito um novo líder, discursava na sede nacional do partido, em Lisboa, após José Luís Carneiro ter formalizado a sua candidatura à liderança do partido, com a entrega das subscrições necessárias e da moção estratégica.
Estas duas metas constam na moção estratégica de José Luís Carneiro à liderança do PS, a que agência Lusa teve acesso, na qual apresenta o que chama de “Pacto Portugal Futuro”, “um pacto com os mais jovens e as futuras gerações”, que tem “como horizonte a visão de país” que ambiciona ter em 2050.
Carlos César falava aos jornalistas no final da cerimónia comemorativa do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que se realizaram em Lagos, no distrito de Faro.
O antigo ministro da Administração Interna é candidato à liderança do Partido Socialista e quer possibilitar a governação de Luís Montenegro, mas sem ser visto como muleta do Governo. O objetivo, a médio prazo, passa por "voltar a fazer do PS o maior partido português".
Manuel Alegre, Francisco Assis, Inês de Medeiros, Carlos Zorrinho, Jorge Lacão e André Caldas são alguns dos socialistas que marcarão hoje presença na apresentação da candidatura de José Luís Carneiro à liderança do Partido Socialista (PS), neste sábado.
Considerando que este é “um Governo de continuidade e não é de todo um Governo de novidade”, o deputado socialista João Torres manifestou perplexidade com o facto de se insistir em Ana Paula Martins para a saúde, considerando que se trata de uma “solução desgastada” e que a ministra “já demonstrou por inúmeras ocasiões que não está à altura das responsabilidades”.
Pedro Nuno Santos demitiu-se da liderança do PS na sequência da derrota eleitoral das legislativas, logo na noite das eleições, tendo então afirmando estar a avaliar se iria continuar como deputado.
Presidente indigitou o primeiro-ministro por estar “assegurada a viabilização parlamentar” do novo executivo. Líder da AD rejeita acordos e apela à “responsabilidade de todos”
O dirigente socialista referiu que a sua manutenção na liderança serve para "garantir estabilidade" e também para dar "todo o apoio" às estruturas concelhias na preparação para as eleições autárquicas.
José Luís Carneiro voltará assim a disputar a liderança do PS depois de há cerca de um ano e meio ter perdido as diretas para Pedro Nuno Santos, que se demitiu do cargo de secretário-geral do PS na sequência da pesada derrota eleitoral dos socialistas das últimas legislativas.
Esta proposta foi anunciada por Carlos César numa reunião do Secretariado Nacional do PS, que decorre esta noite, segundo confirmaram à Lusa fontes socialistas.