Para o ano letivo que se avizinha, os limiares de acesso aos apoios, que correspondem aos escalões do abono de família, vão oscilar entre os 3102 euros de rendimentos anuais (limite para o escalão A) e os 6204,8 euros (máximo para o escalão B).
O presidente do PS Madeira diz que este polo permitiria aos jovens da Região, e não só, estudarem no Porto Santo, e também garantir a criação de postos de trabalho qualificados e bem remunerados.
O presidente do PS Madeira disse que se o partido for Governo, na Região, "a partir de outubro deste ano, haverá reforços substanciais destas dotações para que os armadores possam renovar as suas frotas".
O PS acusou o executivo regional de ter negligenciado o sector do mar e criticou a inércia do Governo da Madeira na renovação da frota do peixe-espada e na defesa das quotas na pesca do atum.
O presidente do PS Madeira considerou que o Governo Regional (PSD/CDS-PP) tem prioridades invertidas, neste caso para uma "obra de necessidade e viabilidade muito duvidosa".
"Não estamos a empobrecer, estamos a melhorar os rendimentos ao mesmo tempo que aumentamos o emprego", disse Costa no Parlamento em resposta ao PSD, que acusou o PS de empobrecer o país.
O primeiro-ministro encara esta tarde os deputados, na última reunião desta sessão legislativa. Costa enaltece os resultados económicos e apresenta os "desígnios nacionais" para o futuro, mas não resiste a lançar farpas à oposição.
O antigo primeiro-ministro socialista considerou este domingo que “as buscas sem fundamento sério são um dos mais sérios indicadores da deriva penal autoritária em desenvolvimento”, num artigo em que deixa uma crítica implícita a António Costa.
Luís Patrão foi chefe de gabinete de dois primeiros-ministros, António Guterres e José Sócrates, deputado, secretário de Estado e era atualmente membro da comissão permanente do PS.
O relatório da comissão de inquérito à tutela política da gestão da TAP continua a somar fortes críticas por parte dos partidos da oposição. PS é acusado de proteger Governo ao omitir factos centrais do documento final. Há conclusões, mas poucas consequências.
No documento onde constam as propostas de alteração o PS referiu que "não é explícito no Estatuto de Gestor Público (EGP) e na Portaria n.º 317-A/2021, de 23 de dezembro, de quem é a responsabilidade última por garantir que se encontram celebrados os contratos de gestão".
O PS disse que cerca de cinco mil famílias possuem carências habitacionais, a que acresce o problema do aumento do preço das habitações e das taxas de juro, "o que faz com que muitos jovens e a classe média estejam impedidos de aceder ao mercado de habitação, quer para aquisição, quer para arrendamento".
Votações do Mais Habitação arrancaram com PS a recuar no apoio às rendas. Oposição vê com “bons olhos” essa decisão, mas frisa que “bola está agora do lado do Governo”.
Das acusações de um relatório feito "à medida" do Governo à consideração de que as conclusões contrariam a realidade, as forças políticas (à exceção do PS) mostraram-se muito céticos em relação ao documento.