Na moção, intitulada "Portugal inteiro" que hoje entregou na sede nacional do PS, ao formalizar a sua candidatura, Pedro Nuno Santos sustenta que "atrair para a Administração Pública pessoas qualificadas passa pela valorização das carreiras, das condições de trabalho e dos regimes funcionais e remuneratórios, incluindo a recuperação faseada do tempo de serviço congelado".
"Não havia mesmo condições para tomar outra decisão. António Costa não tinha alternativa a não ser tomar a decisão que corajosamente tomou. É a atitude que eu esperava do meu primeiro-ministro", disse a ex-governante à "Rádio Renascença".
Pedro Nuno Santos, apontado como o favorito à liderança do PS, defendeu que a sua candidatura tinha tudo "o que permitiria mobilizar a esmagadora maioria dos militantes do PS”.
Como já acontecera na generalidade, o OE2024 foi ontem aprovado apenas com os votos favoráveis do partido que o cozinhou – e que, ainda assim, fez o maior número de alterações ao documento, incluindo em medidas antes consideradas estratégicas, como o IUC e o regime dos residentes não habituais. De resto, todos votaram contra, com PAN e Livre a absterem-se.
No dia em que o Parlamento aprovou o último OE de António Costa, o líder da Iniciativa Liberal concedeu ao JE uma entrevista de fundo a que pode assistir na íntegra através do QR Code nestas páginas. Rui Rocha defende um terceiro pilar para a Segurança Social e rejeita o apodo de “neoliberal radical” que o PS lhe tem vindo a colar.“Radical é o estado em que Portugal foi deixado pelo PS”, rematou.
Indicada pelo PS, a juíza conselheira do Supremo Tribunal Administrativo teve 187 votos favoráveis entre um universo de 219 votantes, tendo-se registado 23 votos brancos e nove nulos.
“Escusam de inventar desculpas mal amanhadas sobre parágrafos e comunicados, o dr. António Costa demitiu-se por uma razão: o seu Governo ruiu por dentro, envolto em casos mal explicados”, criticou Joaquim Miranda Sarmento, na sessão de encerramento do debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2024.
Ao longo de quatro dias de debate e votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), que tem aprovação garantida pela maioria absoluta socialista, foram aprovadas mais de 200 propostas de alteração, a maioria das quais, sem surpresa, do PS.
A proposta integra o leque de alterações do PS ao Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), cujo debate e votação na especialidade das mais de 1.900 propostas apresentadas pelos vários partidos entrou hoje no quarto dia.
Segundo o governante, o Executivo de Costa aprovou "o acelerador da carreira que tem já efeitos para 4500 professores que terá efeitos até ao final do ano para mais de 12 mil".
Chega só admite diálogo com presidente do Governo Regional dos Açores mas alerta que isso não implica luz verde caso exista uma nova proposta de Orçamento. PAN diz que precisa de conhecer uma possível nova proposta antes de se pronunciar sobre o seu sentido de voto.
Pedro Nuno Santos admite nova geringonça, mas recebe mais apoios da ala moderada. Carneiro aposta em conquistar o centro e apoiantes garantem que dará um melhor primeiro-ministro.
Nos últimos dias, José Luís Carneiro tem manifestado disponibilidade para debates, no âmbito da campanha interna para as eleições diretas de 15 e 16 de dezembro, mas Pedro Nuno Santos tem recusado, alegando que, face à proximidade das legislativas antecipadas de 10 de março, isso seria “dar argumentos à direita”.
O candidato à liderança do PS aproveitou ainda para falar da sua candidatura que "mostra a pluralidade que existe no partido, sendo uma candidatura transversal", e sublinhou ainda a importância do SNS para os portugueses.
Pedro Nuno Santos decretou que nos próximos quatro meses não se falaria do processo judicial de tráfico de influências que abalou o nosso sistema político. A realidade ditará o contrário.
Segundo os democratas cristãos "bastaram duas semanas para se confirmarem os piores cenários. De uma assentada, o governo demissionário e o PS aprovaram", diversas medidas. CDS acusa PS de eleitoralismo.