Sondagem da Intercampus para o Jornal da Madeira coloca o PSD a eleger 24 deputados, o mínimo para a maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Madeira.
Após a declaração do país do Presidente da República, na qual foi anunciada a decisão de dissolver o parlamento e convocar legislativas antecipadas, Pedro Nuno Santos afirmou que o “PS não desejava eleições”, mas que estas são a única forma de clarificar a situação e que “não podem ser consideradas um estorvo”.
Apontado como possível candidato socialista às eleições presidenciais de 2026, António Vitorino evitou mais uma vez responder às perguntas dos jornalistas sobre a matéria, estando ainda por clarificar se avança com uma candidatura.
Criticou Carlos Moedas, sem o nomear. Habitação vai ser prioridade e a candidata socialista quer que o PS avalie compra de 17 edifícios que o Governo quer vender e os converta em habitação a preços acessíveis.
Em comunicado enviado às redações o executivo informou que a reunião está agendada para as 10horas desta segunda-feira e vai decorrer na residência oficial do primeiro-ministro. Foi revelado que após a reunião há um briefing à comunicação social.
O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, acusou hoje o executivo PSD/CDS-PP de ser incompetente, sem visão e de governar para uma minoria”, avisando que “nunca poderá ter a confiança” dos socialistas.
Deputada socialista Susana Correia defende que "ainda existe muito a fazer na possibilidade de dar às Unidades Locais de Saúde as condições necessárias para melhor resultados".
O encontro, para o qual o Pedro Nuno Santos convidou os presidentes da federação do PS, acontece dois dias antes do debate e votação da moção de confiança apresentada pelo Governo ao parlamento.
A crise política criada pela empresa da família de Luís Montenegro vai continuar, garantidamente, além da moção de censura apresentada pelo PCP, que será discutida e deverá ser chumbada hoje, na Assembleia da República.
O secretário-geral do PS considerou que permanecem muitas dúvidas e que “o primeiro-ministro está a contribuir de forma ativa para a degradação das instituições do regime democrático”.
Em comunicado enviado às redações, o Grupo Parlamentar do PS indica que, em menos de um ano de mandato, o Ministério da Saúde “tem acumulado um número significativo de exonerações, demissões e não reconduções de membros dos Conselhos de Administração (CA) de diversas Unidades Locais de Saúde (ULS), sem que sejam apresentadas justificações claras ou respostas à população”.
Passagem à segunda volta é um “bónus” que pode estar ao alcance do líder do Chega. Apesar dos escândalos que minam o partido, Ventura parte para a o desafio “quase a 100%”.
O líder do PS, Pedro Nuno Santos, confirmou que vai votar contra a moção de censura que o PCP vai apresentar ao Governo e que também chumbaria a moção de confiança se o Governo avançar nesse sentido. "É dos principais fatores de instabilidade no país", disse Pedro Nuno Santos sobre o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
“Estamos há duas semanas complemente parados a falar sobre este tema e isso também deve fazer o senhor primeiro-ministro pensar. Podia ter morto o tema, se é que consegue, mais cedo. Está paralisado, fechado no seu gabinete há pelo menos 15 dias, (…) sem que dê explicações cabais”, respondeu Pedro Nuno Santos sobre quais as expectativas para o que será dito hoje por Luís Montenegro.
Na Madeira, o secretário-geral do PS diz que é tempo de pôr fim a um "governo que governa para alguns". E sublinha que "não é só na região que o governo falha e fracassa".
Ex-dirigente do PS defende que Aguiar Branco tem tido uma “atitude de prudência” e alerta para riscos de criar regras que possam vir a limitar a liberdade de expressão.
Na reta final do debate da moção de censura ao Governo, Alexandra Leitão fez “três perguntas concretas, juridicamente fundamentadas” sobre três questões que acusou o chefe do executivo, Luís Montenegro, de não ter respondido no parlamento ao longo da tarde.
Numa declaração política na Assembleia da República, a vice-presidente da bancada socialista Isabel Ferreira acusou o Governo e, em particular, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, de divulgar números “sempre de forma propagandista e não confiável” e ter tornado a fazê-lo em relação aos dados relativos às vagas de acesso ao ensino superior.
Pedro Nuno Santos insiste que o primeiro-ministro deve explicações sobre a empresa dos seus familiares e aponta semelhanças à polémica que levou à demissão do secretário de Estado Hernâni Dias.