Aliança Democrática e Partido Socialista têm um mês para convencer o eleitorado. Promessas dos socialistas valem 1,7 mil milhões, valor equivalente à redução transversal do IRC proposta por Luís Montenegro, o maior ponto de discórdia entre as duas forças políticas.
Debutou como governante enquanto ministro da Indústria e Tecnologia do conturbado IV Governo Provisório liderado por Vasco Gonçalves, em 1975, mas foi na pasta do Ministério do Equipamento, Planeamento e Território vinte anos mais tarde (chefiado por António Guterres) que se confrontaria com evidências de corrupção (na Junta Autónoma das Estradas) que acabariam por marcar-lhe o percurso político.
Em declarações aos jornalistas à margem de uma visita ao lar de idosos do Centro Social de Pêro Pinheiro, em Sintra, Pedro Nuno Santos lamentou que, neste período de pré-campanha, se esteja a falar “muito pouco dos mais velhos”, considerando que é preciso dar “mais atenção” à questão do envelhecimento da população.
“O requerimento ainda não foi entregue, mas será entregue na próxima semana”, respondeu o secretário-geral do PS, manifestando a esperança de poder ser ouvido antes do início do período da campanha eleitoral para as legislativas, que começa oficialmente em 04 de maio.
O candidato do PS garantiu "que não estou a receber dinheiro todos os meses de nenhum empresário português" e sublinhou que não era igual a Luís Montenegro.
Há uma terrível falta de ambição política no ar, o medo de perder esmaga qualquer vontade de mudança, não há uma única ideia mobilizadora capaz de iniciar o desmame do Estado.
João Cravinho, figura histórica do PS, morreu esta quarta-feira "tranquilamente em casa". Tinha 88 anos. Presidente da República lembra que o antigo ministro socialista "pautou a sua vida por uma defesa incansável da ética na política e na vida pública, lutando sempre contra a corrupção e desempenhando os mais diversos cargos com desassombro e coragem".
Secretário-geral do PS expressou o "mais profundo pesar" pela morte do histórico socialista João Cravinho, um "homem de convicções firmes, com um percurso notável ao serviço da democracia".
A decisão foi tomada esta quinta-feira e, de acordo com a ata da reunião que deliberou sobre a queixa, a CNE considerou que o facto descrito pelo PS como publicidade institucional é “compatível com a liberdade de ação na campanha eleitoral” e que os socialistas incorrem num “erro (...) no enquadramento factual ou na qualificação jurídica da situação”.
Esses números poderão sofrer alterações, pois alguns dos deputados eleitos podem não assumir o mandato na quinta-feira, sendo substituídos por outros elementos, e há quem possa também transitar para o executivo regional, resultando em novas alterações.
Os candidatos a primeiro-ministro debateram diversos temas, entre eles o da defesa, no qual as opiniões entre os dois candidatos divergem. Enquanto Pedro Nuno Santos defende que um "Governo liderado por nós vai fazer tudo para que o aumento da despesa com a defesa seja progressivo e não coloque em causa o estado social. Obviamente que investir na defesa é crucial".
No total, os partidos estimam gastar 8,33 milhões de euros nesta campanha, um valor que, embora seja superior aos 7,98 milhões orçamentados em 2024, fica abaixo, em 2,09 milhões de euros, dos 10,42 milhões gastos na campanha do ano passado.
Em resposta, o PS disse que o ministro Castro Almeida “tinha obrigação de saber” que os empréstimos do PRR têm um impacto significativo e transitório no saldo orçamental de 2026, acusando o Governo de desespero e falta de seriedade.
Em declarações à agência Lusa, o dirigente do PS e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais António Mendonça Mendes desvalorizou as críticas feitas esta manhã pelo social-democrata Manuel Castro Almeida, que qualificou o programa eleitoral do PS como uma “receita para o desastre” com a qual “Portugal voltaria a ter défice e a aumentar a dívida pública”.
Numa reação na sede do PSD ao programa eleitoral do PS apresentado na véspera, Manuel Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coesão Territorial e cabeça de lista do PSD por Portalegre, afirmou que o “desespero apoderou-se do PS”, acusando os socialistas de “prometer tudo a todos sem fazer contas a nada”.
Dando como exemplo os dados recentes do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), o líder do PS apontou “uma redução das participações no que diz respeito à criminalidade geral e um ligeiro aumento no que diz respeito à criminalidade violenta”.