Pedro Nuno Santos defende que “saúde da democracia” será decidida entre PS e PSD

Após a declaração do país do Presidente da República, na qual foi anunciada a decisão de dissolver o parlamento e convocar legislativas antecipadas, Pedro Nuno Santos afirmou que o “PS não desejava eleições”, mas que estas são a única forma de clarificar a situação e que “não podem ser consideradas um estorvo”.

Pedro Nuno Santos defende que “saúde da democracia” será decidida entre PS e PSD
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O líder socialista, Pedro Nuno Santos, defendeu hoje que a confiança num projeto político depende da confiança na liderança, antecipando que será entre PS e PSD que se vai decidir “a saúde da democracia” e o desenvolvimento do país.

Após a declaração do país do Presidente da República, na qual foi anunciada a decisão de dissolver o parlamento e convocar legislativas antecipadas, Pedro Nuno Santos afirmou que o “PS não desejava eleições”, mas que estas são a única forma de clarificar a situação e que “não podem ser consideradas um estorvo”.

Para o secretário-geral do PS, a confiança num projeto político “depende da confiança na liderança” e “será entre o PS e o PSD que se vai decidir a saúde da democracia e o desenvolvimento do país”.

O Presidente da República afirmou hoje que “não havia meio caminho” nem consenso possível entre a posição do Governo e da oposição na atual crise, considerando que “não é possível confiar e desconfiar” ao mesmo tempo do primeiro-ministro.

Numa comunicação ao país a partir da Sala das Bicas no Palácio de Belém, em que anunciou a terceira dissolução da Assembleia da República nos seus mandatos, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que a crise sugeriu “inesperadamente” em fevereiro “com questões levantadas quanto ao Governo e a seguir ao primeiro-ministro”.

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