Enquanto continuarmos a medir o rigor pelo número de documentos exigidos e não pela qualidade das decisões tomadas, continuaremos a ser, apenas, um país onde o papel muda de formato, mas a burocracia permanece intacta.
Há encontros que valem menos pelo que resolvem do que pelo que revelam. O encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, em Pequim, deve ser lido não tanto como o início de uma nova harmonia sino-americana, mas antes como uma tentativa de gerir uma rivalidade que condiciona a economia mundial, a segurança internacional e a […]
O verdadeiro desafio contemporâneo não é escolher entre tradição jurídica e sofisticação patrimonial, mas em encontrar formas de adaptação sem perda de identidade.
“Este laboratório é a prova de que a ciência pode ser um elo de ligação entre culturas e sistemas de saúde distintos," afirmou à Lusa Lara Lopes, também diretora clínica do Hospital de Medicina Chinesa em Portugal.
Mais do que escolher entre passado e futuro, o mercado está a evoluir para integrar ambos. E, no segmento de luxo, essa capacidade de equilibrar autenticidade com inovação pode ser, cada vez mais, o verdadeiro fator de diferenciação.
Agência avisa para os riscos que o mundo corre e deixa elogios a Portugal pela aposta nas energias renováveis que têm ajudado a aligeirar o embate da crise energética.
Há aumentos da produtividade que são bons para as empresas (e para o Estado) e nem tanto para a economia (nem para os cidadãos); outros aumentam o PIB mas não o bem-estar.
Portugal não precisa de escolher entre startups e indústria. Precisa de construir uma economia onde as startups alimentem a renovação industrial e onde as grandes empresas tenham ambição suficiente para transformar inovação em capacidade global.
Companhias aéreas já cancelaram 13 mil voos com o risco de escassez de combustível. Portugal olha para o Brasil como fornecedor de jet fuel. TAP não prevê cancelamentos. Bruxelas garante que vai obrigar companhias a indemnizar cancelamentos. Preço dos bilhetes já subiu.
Lisboa como porta de entrada do Brasil na Europa. É esta a ponte que o empresário Paulo Dalla Nora Macedo faz entre os dois países. E é a partir do seu restaurante, Cícero, que nascem debates dinamizados através da plataforma Lisboa Connection. Próximo de Lula da Silva, sente-se em casa na capital portuguesa, mas não se coíbe de lançar críticas a uma espécie de conservadorismo lusitano.
Na plataforma do IPPS-Iscte podem comparar-se dados de Portugal com os de outros países, e face à média da União Europeia, em áreas como saúde, justiça, emprego ou educação. Lançamento ocorre na semana do Dia da Europa, que se assinala este sábado, 9 de maio.
Parceria luso-uruguaia quer investir 100 milhões de euros em três anos em terras para a criação de gado. E vai gerir terras para quem não quer ter trabalho com as suas propriedades.
Apesar deste crescimento Portugal ainda ocupa o 20.º lugar a nível europeu na adoção desta tecnologia, e a nível mundial o 36.º. Segundo o relatório, a grande parte dos países têm realizado uma forte e contínua aposta na aceleração da adoção desta tecnologia.
Devemos continuar a defender a linha de costa a qualquer custo, ou começar a planear a retirada estratégica? As zonas costeiras concentram ativos valiosos, mas os custos de proteção estão a aumentar rapidamente com a subida do nível do mar e a maior frequência de eventos extremos.
O actual ciclo de investimento em defesa na Europa é uma oportunidade rara. A questão não é apenas aumentar a despesa, mas orientá-la estrategicamente: ancorar o investimento no tecido nacional, desenvolver nichos de especialização e afirmar Portugal como fornecedor de capacidades ligadas ao domínio atlântico.
Falar de biodiversidade no contexto da transição energética é, cada vez mais, uma conversa necessária. Não porque seja simples, precisamente porque não é. E as conversas difíceis, quando bem conduzidas, são as que mais nos fazem avançar.
Portugal tem duas vantagens que importa explorar: cerca de 70% da eletricidade já vem de fontes renováveis, e a exposição direta a fornecedores do Golfo é limitada.
Grupo de peritos identificou várias zonas do país mais propícias para a instalação destas zonas de aceleração, onde o licenciamento de projetos deve ser mais "ágil e previsível".
Produtores de aviões de combate da Europa e dos EUA alinham-se para fornecer a Portugal o substituto dos F-16. Vários países já passaram por este processo: quem está a ganhar a batalha global pela supremacia aérea?
Beyond Vision vai ajudar emergências dos EUA a salvar vidas. Já está a trabalhar para neutralizar drones iranianos e russos no Médio Oriente e na Ucrânia. E critica burocracia nacional.