Uma abordagem colaborativa pode melhorar os recursos de resposta a incidentes, permitindo que as organizações coordenem os seus esforços para os conter e ultrapassar.
Com a cibersegurança só podemos assegurar uma certeza: a certeza da nossa fragilidade. Tal como não existem softwares infalíveis, também não existirão empresas digitalmente e socialmente ciberseguras.
As pessoas mais jovens já não estão disponíveis para tolerar maus-tratos no trabalho e procuram organizações que respeitam e cuidam as pessoas, começando por aquelas que nelas trabalham.
Com equipas cada vez mais dispersas e multidisciplinares, e modelos de trabalho mais flexíveis, importa assegurar que as mensagens chave da organização são eficazmente transmitidas a todos os seus colaboradores, sem exceção.
Transações que, isoladamente, não representam um problema, quando sujeitas a testes que procuram levantar alertas de corrupção, podem no seu conjunto revelar padrões nos dados que elevam o risco desse fornecedor.
É necessária proatividade para acordar e agir, atuando sobre o que podem ser as dores ou ameaças da Organização, transformando-as em vantagens ou oportunidades de crescimento.
Os 6 D's são uma reação em cadeia de progressão tecnológica, um mapa para o rápido desenvolvimento que leva a enormes reviravoltas e oportunidades e que, num contexto de crescimento tecnológico, é exponencial. Pessoas e organizações tentam acompanhar o ritmo.
O ativismo corporativo, seja de índole social ou ambiental, hoje tão em voga, reflete exatamente esta preocupação das organizações e a necessidade da sua interferência ou tomada de posição relativamente a matérias que impactam a sociedade.
Há grande carência de 'know-how' ao nível dos recursos humanos, nomeadamente nos altos quadros, no que respeita à implementação do ESG. Mas, goste-se ou não, o ESG pode estranhar-se, mas vai-se entranhando.
As mudanças na geografia mundial não são um detalhe. Elas representam mudanças civilizacionais imensas. Empresas e instituições terão forçosamente de construir cenários e analisar as várias possibilidades de futuro que se avizinham.
As organizações devem ser eficientes, otimizar recursos e executar a sua visão estratégica e, simultaneamente, explorar portefólios de novas ideias e oportunidades.
As metas para ESG são audaciosas, mas a forma como as organizações trabalham esses indicadores assenta num cálculo eminentemente manual e numa total ausência de capacidade preditiva. Importa rever esta questão.
As empresas do futuro são as que apostam em equipas diversas e que trabalham a sua inclusão. Os colaboradores, consumidores e investidores já o exigem.