A taxa de participação nas eleições legislativas francesas registava, este domingo, um forte aumento às 12h00 locais na França continental (11h00 em Lisboa), atingindo 25,90%, contra 18,43% à mesma hora em 2022, revelou o Ministério do Interior.
Com os primeiros resultados esperados por volta das 20h00 (19h00 em Lisboa), esta eleição poderá abalar o panorama político francês e abrir caminho para que a extrema-direita chegue ao poder dentro de uma semana.
A coligação PSD/CDS-PP venceu em 10 dos 11 municípios da Região Autónoma da Madeira com 35,38% dos votos. O Chega elegeu um deputado, uma estreia pelo círculo eleitoral da Região.
Para o líder parlamentar do BE, a “estabilidade que Luís Montenegro fala nada tem haver com a estabilidade que os portugueses precisam”. Fabian Figueiredo garante ainda que “o BE nunca apoiará um Governo da AD”.
Parece que à polarização se juntou uma mobilização política nestas eleições. Boas notícias: em Democracia, a participação popular é central para a sua manutenção e bom funcionamento.
No que toca ao Chega, André Ventura, líder do partido e cabeça de lista por Lisboa "é quem lidera a lista, reunindo nas suas páginas de perfil político mais de 1 milhão de seguidores (1. 021 600), estando presente em todas as redes sociais analisadas no levantamento, com uma média de 255 mil seguidores por rede".
As sondagens colocam o PS a perder um deputado pelo círculo eleitoral da Madeira nas eleições legislativas. O PSD/CDS-PP elegeria três deputados, o PS teria dois mandatos, e o Chega ficaria com um deputado.
O JPP refere que se existisse uma "correta defesa" do CINM, na República, a receita fiscal vinda da Zona Franca "poderia garantir" o serviço da dívida da Madeira e, com isto, "ficar mais receita" para investimento na área social e para a redução de impostos.
O PS referiu que a República atribuiu 5% das verbas do PRR à Madeira quando a Região tem 2,5% da população do país. Os socialistas prometeram rever o atual modelo de subsídio de mobilidade.
Uma “aldeia” povoada por irredutíveis portugueses ainda resiste à polarização que varre a Europa. Só em Portugal temos partidos extremistas pró-sistema.
Ao nono dia da campanha e na entrada na reta final para as legislativas de 10 de março, PS e AD dão o tudo por tudo para dramatizar o voto e tentar bipolarizar as eleições. Os outros partidos tentam lutar contra esta estratégia.
Na área da saúde, a CDU quer que o Estado reforce as dotações atribuídas à Região, apesar da área estar regionalizada, de modo a responder aos constrangimentos que o sector enfrenta no arquipélago.
Das propostas do PAN já conhecidas incluem-se também a fixação dos valores das passagens aéreas, a ligação marítima entre a Região e o território continental, redução do IVA na alimentação dos animais e nos cuidados médico-veterinários, alteração do cálculo das transferências financeiras do Estado para a Região, e o voto antecipado através de uma revisão da lei eleitoral.
Analistas consideram que incidente com ativista na BTL beneficia Luís Montenegro, enquanto palavras de Paulo Núncio sobre referendo ao aborto foram um “erro”
O PSD/CDS-PP candidata Pedro Coelho pelo círculo eleitoral da Madeira. São defendidas medidas como a revisão da lei de finanças regionais, a revisão do subsídio de mobilidade, ampliar os aeroportos da Região e a conclusão da revisão dos limites de vento no Aeroporto da Madeira, e reforço da competitividade da Zona Franca.
Os bloquistas defendem, como medidas, o reforço da oferta pública de habitação, a revisão da lei das finanças regionais, e uma ligação marítima de mercadorias e passageiros.
O PS candidata o líder Paulo Cafôfo pelo círculo eleitoral da Madeira. Os socialistas defendem medidas como a revisão da lei das finanças regionais, habitação condigna, continuação da zona franca e registo internacional de navios e uso do diferencial fiscal nos impostos.
Realizou-se hoje o último debate televisivo que contou com a presença de todos os partidos políticos com assento parlamentar. Entre os temas abordados saltam à vista a justiça, saúde e economia.
"Sinto-me perfeitamente capaz de concorrer às eleições [na Região]", disse Albuquerque, caso sejam convocadas eleições antecipadas na Madeira. O governante vincou que quem vai determinar o seu futuro será a população da Região.
Candidato do JPP, que é presidente da Câmara de Santa Cruz, diz que vai ponderar se vai assumir o mandato caso seja eleito. Líder do PS não respondeu tal como o PSD/CDS-PP, que candidata o presidente da Câmara de Câmara de Lobos.