“O requerimento ainda não foi entregue, mas será entregue na próxima semana”, respondeu o secretário-geral do PS, manifestando a esperança de poder ser ouvido antes do início do período da campanha eleitoral para as legislativas, que começa oficialmente em 04 de maio.
O candidato do PS garantiu "que não estou a receber dinheiro todos os meses de nenhum empresário português" e sublinhou que não era igual a Luís Montenegro.
A política, na definição de Bismarck, debatida todas as semanas com sentido crítico e uma boa dose de ironia por António Saraiva, Luís Osório e Vera Gouveia Barros. Nesta edição, analisamos os debates e votamos no candidato que se tem saído melhor.
De acordo com o barómetro Cision/Brandwatch, Luís Montenegro (AD) lidera agora com 19% das menções, seguido de André Ventura com 18%. Pedro Nuno Santos e Paulo Raimundo (PCP) surgem em terceiro lugar, ambos com 13% das menções dos internautas.
De acordo com o Barómetro Cision/Brandwatch ambos alcançaram 19% das menções nas redes sociais. Rui Rocha segue em terceiro lugar, com 15%, enquanto Paulo Raimundo, líder do PCP, e Pedro Nuno Santos, do PS, obtêm 11% cada.
O líder do Chega lidera com 22%. Na lista segue-se o líder do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, com 21%, seguido por Rui Tavares do Livre com 16%, o líder do PCP, Paulo Raimundo, com 13% e Pedro Nuno Santos (PS) surge em 5º lugar também com 13%.
Nas últimas eleições para a Assembleia da República, que se realizaram no ano passado, o PS e o Chega obtiveram um deputado cada pelo círculo da Europa, enquanto a Aliança Democrática (AD), e o Chega obtiveram um deputado cada pelo círculo Fora da Europa.
Num encontro com jornalistas em Lisboa, Francesca Scapolo, especialista da TikTok em políticas públicas para a integridade eleitoral, afirmou que a rede social tem “tolerância zero” com a desinformação ou conteúdos nocivos e desenvolveu uma estratégia específica para combatê-los, que considerou ter provas dadas.
Os candidatos a primeiro-ministro debateram diversos temas, entre eles o da defesa, no qual as opiniões entre os dois candidatos divergem. Enquanto Pedro Nuno Santos defende que um "Governo liderado por nós vai fazer tudo para que o aumento da despesa com a defesa seja progressivo e não coloque em causa o estado social. Obviamente que investir na defesa é crucial".
No total, os partidos estimam gastar 8,33 milhões de euros nesta campanha, um valor que, embora seja superior aos 7,98 milhões orçamentados em 2024, fica abaixo, em 2,09 milhões de euros, dos 10,42 milhões gastos na campanha do ano passado.
O tema de abertura foi o caso da empresa de Luís Montenegro, que esteve presente nas moções de censura apresentadas pelos partidos, nomeadamente pelo PCP. Luís Montenegro referiu que iria "responder a todas as dúvidas que me forem colocadas", contudo salienta que "não posso ser responsabilizado por exercer as minhas funções políticas sem ter tido interferência de interesses privados".
A campanha eleitoral para as legislativas deverá centrar-se, seriamente, na questão da habitação, que não é só um problema dos pobres, mas, sim, da sociedade portuguesa enquanto comunidade política.
Pedro Nuno Santos abriu esta manhã a sessão temática sobre “Democracia, Transparência e Direitos Fundamentais”, no âmbito do Manifesto Legislativas 2025, considerando que há “elementos que retiram confiança das pessoas nos políticos”.
No acordão da autoria da juíza conselheira Dora Lucas Neto, conhecido na segunda-feira através de uma notícia da revista Visão, o Tribunal Constitucional indefere o pedido dos sociais-democratas e centristas para usar a designação “AD - Aliança Democrática - PSD/CDS” nos círculos eleitorais do território continental, Madeira, Europa e Fora da Europa.
Na lista segue-se Sofia Canha, Gonçalo Jardim, Patrícia Agrela, Nilson Jardim e Catarina Nuna. Emanuel Câmara vai cumprir até ao fim o mandato na Câmara do Porto Moniz para depois assumir o lugar de deputado no Parlamento nacional, caso seja eleito.
A Madeira está de novo nas urnas este domingo, 23 de março, 10 meses depois das últimas eleições antecipadas. Na corrida pelos 47 lugares no Parlamento Regional estão 14 candidaturas num círculo único. As urnas abriram às 08h00, encerrando às 19h00.
Estes nomes constam da proposta aprovada esta noite pela assembleia distrital de Lisboa do BE, à qual a agência Lusa teve acesso, que terá que ser ratificada pela Mesa Nacional de domingo, órgão com o poder para decidir o primeiro quinto dos candidatos nos círculos com mais de três deputados.
Esta é a segunda vez em que Paulo Raimundo vai a eleições legislativas como cabeça de lista pelo círculo eleitoral de Lisboa, depois de ter sido eleito pela primeira vez deputado em 2024 nessa mesma posição.
De acordo com o mapa calendário hoje divulgado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), as candidaturas devem ser apresentadas até até 07 de abril, o 41.º dia anterior à data das eleições, ao juiz presidente do tribunal da comarca com sede na capital do círculo eleitoral.