De acordo com o novo texto dos socialistas cujo pedido de substituição já foi submetido, a que a Lusa teve acesso, o valor da comissão a pagar pelo consumidor nos casos de reembolso antecipado parcial ou total "consta clara e expressamente do contrato e não pode ser superior a 0,5% a aplicar sobre o capital que é reembolsado".
Trump anunciou deportações em massa e aumentos de tarifas até 30%, que só podem provocar inflação, pondo em causa novas reduções da taxa de juro pela Fed.
O aumento do volume de negócios ou parcerias com empresas não financeiras, nomeadamente através do banking as a service, podem ser alternativas para a banca conseguir compensar o impacto da descida dos juros na sua margem financeira.
No Dia Mundial da Poupança, esta quinta-feira, a DECO PROteste aconselha a olhar com atenção para os produtos existentes no mercado e esclarece que para obter um rendimento real positivo, "devem ser procurados produtos com rendimento bruto acima de 2,8%", devido à inflação.
“Cinco semanas não é pouco tempo”, afirmou o governador do Banco de Portugal em resposta às declarações de Christine Lagarde após a reunião de setembro, antecipando nova descida esta semana. O mercado atribui agora mais de 90% de probabilidade a novo corte de 25 pontos esta quinta-feira.
A redução do crescimento da procura externa "teria um efeito negativo no crescimento real do PIB, originando um crescimento inferior em 0,5 pp (neste cenário, o crescimento real do PIB não seria de 2,1%, mas de 1,7%)", indica o Governo.
Os analistas do Deutsche Bank apostam em dois cortes até ao final do ano e consideram que uma descida mais significativa pode acontecer no final do ano.
O CFO da Goldman Sachs considerou que baixa de juros da Fed, em 50 pontos base, é um "sinal claro" de uma nova direção, acrescentando que a instituição bancária espera que essa descida na taxa de juro "desbloqueie quantidades incrementais de confiança" e "reduza o custo do capital".
O foco está virado esta semana para a reunião de política monetária da Reserva Federal dos EUA, numa altura em que o mercado espera que avance com um corte dos juros. Reino Unido, Brasil e Japão também decidem rumo das taxas nos próximos dias.
Os analistas consultados pelo JE apontam para um acréscimo da volatilidade, sobretudo dada a divulgação na próxima semana da inflação nos EUA, mas consideram que uma recessão não será o cenário mais provável para este ano, enquanto os mercados vão recuperando das perdas do início do mês.
O pânico generalizado nos mercados levou a um ajuste em baixa da taxa terminal do BCE e Fed, um movimento de mercado que ajuda quem tem crédito à habitação com taxas baseadas na Euribor, que tocou mínimos de mais de um ano nas principais maturidades.
O diretor de Estratégia da Caixa Gestão de Ativos, Rui Martins, defendeu esta quinta-feira que, para haver uma moderação dos preços, é preciso também que no sector dos serviços assistamos a essa moderação.
A possibilidade de uma inflação mais persistente do que se espera, um cenário que conta ainda com bastantes fatores de risco, pode obrigar a um ambiente de juros elevados durante mais tempo, com todos os efeitos negativos que tal traz a famílias e empresas.
A taxa Euribor desceu hoje a três, a seis e a 12 meses face a sexta-feira e nos prazos mais curtos para novos mínimos, respetivamente, desde 20 de julho e 12 de maio de 2023.
O presidente da Reserva Federal dá mais sinais de que a política monetária pode ficar menos restritiva ainda antes de ser atingido o objetivo de médio-prazo para a inflação, até porque este indicador "tem um certo ímpeto". Uma 'aterragem suave' continua a ser um cenário possível, continuou.
A tendência de alívio da inflação parece ser para continuar, embora com muitos pontos de interrogação no horizonte, tanto fruto das tensões bélicas, possibilidade de novas barreiras ao comércio ou situações políticas internas, reconheceram os vários oradores no Fórum do BCE realizado em Sintra.
A leva de dados macroeconómicos chineses divulgados esta segunda-feira pinta novamente um cenário de recuperação fraca, com a indústria a dar novos sinais de abrandamento e o sector imobiliário a prolongar a queda. Banco central manteve juros inalterados em 2,5%, mas pressão para reduzir taxas vai crescer.