habitação

No fim de agosto estava utilizado 37,5% do total das garantias públicas de crédito à habitação jovem

Em agosto, os particulares contrataram 416 milhões de euros em crédito à habitação com garantia do Estado. Nos primeiros oito meses de 2025, foram celebrados 15,3 mil contratos de crédito à habitação própria e permanente ao abrigo do regime de garantia do Estado, num montante total de 3,0 mil milhões de euros. Estes contratos representaram 39,6% do número de contratos e 41,9% do total do montante contratado, no mesmo período, por jovens até aos 35 anos.
Maria Teixeira Alves29 Out
No fim de agosto estava utilizado 37,5% do total das garantias públicas de crédito à habitação jovem

Ministro construtor

Pode o ministro Pinto Luz e o Governo resolver num ano dez anos de paragem cardíaca do setor? No reino do delírio partidário e jornalístico, sim; na novela da vida real, não. Vai ser preciso esperar e ir corrigindo.
André Macedo17 Out
Ministro construtor

Bruxelas quer países da União Europeia a darem ajudas estatais para promover habitação acessível

“A Comissão Europeia lançou hoje uma consulta pública sobre a revisão das regras de auxílios estatais para ajudar os Estados-membros no acesso a habitação a preços acessíveis. Esta revisão das regras relativas aos serviços de interesse económico geral abordará desafios relacionados com a acessibilidade da habitação, que vão além da habitação social”, indica a instituição em comunicado.
Bruxelas quer países da União Europeia a darem ajudas estatais para promover habitação acessível

Renda acessível só chega a 1,1% do mercado privado

Desde a entrada em vigor, em julho de 2019, do Programa de Arrendamento Acessível (PAA), criado pelo anterior governo socialista, o número de contratos celebrados foi apenas de 1.425. Proprietários consideram que o cenário pode melhorar, mas não de forma significativa. “Solução passa por uma liberalização do mercado”, afirma Menezes Leitão.
Renda acessível só chega a 1,1% do mercado privado

Montenegro no País das Maravilhas

Luís Montenegro fala de um País das Maravilhas que não existe, onde predominam salários de 3.000 euros na classe média e rendas moderadas de 2.300 euros – valor cerca de três vezes superior às rendas medianas.
Lígia Simões3 Out
Montenegro no País das Maravilhas