Os países do Sul Global, ao tentarem proteger-se das sanções do Ocidente, estão a provocar mudanças estruturais na arquitectura financeira mundial e a provocar uma queda permanente de importância do dólar e do euro.
O mundo é muito melhor hoje do que no passado, e será ainda mais. Se os EUA e o Ocidente abandonarem a ideia de transformar a China numa nova União Soviética, paz e prosperidade prevalecerão.
Entre o populista e o figurante, tudo é péssimo, cada vez pior, mas talvez entre o péssimo e o ainda pior, Biden represente hoje mais perigos para o mundo.
Até há pouco todos nós considerámos que vivíamos em paz, isto é, que a prioridade do investimento público se centrava na “manteiga”. De um dia para o outro, tudo mudou.
Chegamos à segunda década do século XXI com margem para a afirmação dos partidos de direita populista e oportunista, que espreitam o momento para ganhar espaço. O Parlamento Europeu poderá mudar radicalmente a sua feição neste verão.
O direito de os povos africanos preservarem as suas línguas não deve depender tanto de um estatuto jurídico ou reconhecimento político/oficial do Estado.
As economias americana e europeia vão estar mais interdependentes que nunca, da economia à defesa, onde a NATO se torna cada vez mais imprescindível para os EUA e para nós, europeus.
Apesar da incerteza, há razões para acreditarmos que a segunda metade de 2024 poderá contar uma narrativa diferente e acabar por moldar o próximo ano como um ano de transição favorável para a economia.
A 10 de dezembro, o Dia dos Direitos Humanos, assinala-se o aniversário da adoção da Declaração Universal dos Direitos do Homem em 1948. Nunca é demais relembrar a sua importância.
Há uma alteração fundamental dos equilíbrios herdados da II Guerra Mundial e do desmembramento do Pacto de Varsóvia e da União Soviética. As guerras no Médio Oriente e na Ucrânia são manifestações dessa evolução.
Temos líderes pigmeus em densidade política e capacidade de afirmação. E, com isso, um vazio nas sociedades contemporâneas que será ocupado por discursos pouco racionais.
Talvez todos ganhássemos em discutir um pouco menos as questões militares e em preocuparmo-nos mais com as novas realidades políticas, com os novos equilíbrios mundiais que alguns nos querem impor.
A durabilidade de uma guerra está associada à sua capacidade de financiamento, de suporte humano e técnico. A literatura especializada tem demonstrado, eficazmente, que as fontes de financiamento dos grupos rebeldes são cada vez mais diversas.
Vem aí “Star Wars: O Regresso de Jedi”, com a mítica banda sonora do compositor John Williams interpretada ao vivo pela Orquestra Gulbenkian. Em janeiro, a Força estará com o público.
Era uma vez um mercenário alemão no Brasil... Poderia ser o começo de uma estória, mas não é. Apenas serve de breve pista sobre o autor que serviu as coroas portuguesa e espanhola do outro lado do Atlântico.
A votação na Assembleia Geral da ONU relativamente à condenação da Federação Russa pela guerra na Ucrânia leva-nos a crer que reflete a vontade de [ alguns países] desalinharem pela neutralidade, receando o regresso da bipolaridade na Ordem Internacional.