Num ambiente empresarial cada vez mais competitivo, compliance e governance não devem ser vistos como travões, mas como infraestruturas de crescimento.
Fredy Hausammann falou com o Jornal Económico, depois de ter eleito chairman da Amrop em assembleia-geral, pelos seus pares em Cascais. Na conversa com o JE sublinhou a "grande responsabilidade de ajudar a identificar e colocar alguns dos líderes mais importantes das nossas economias".
Nos mercados mais maduros, da Europa e do Golfo Pérsico, a preocupação das empresas familiares deixou há muito de ser apenas a criação de riqueza e passou a ser a sua preservação e passagem entre gerações.
Ana Serzedelo, responsável pelas áreas de carreiras, relações corporativas, alumni e gestão no The Lisbon MBA até à data, chega ao IPCG com "uma experiência diversificada em contextos exigentes e de transformação" e numa "fase de consolidação e desenvolvimento da atividade do Instituto".
A IA é hoje inescapável e tem de haver agilidade por parte das organizações em Portugal. Ao escrever este artigo, esta ideia sobressaiu: a reforma laboral em Portugal não se vai fazer por negociação, mas por choque tecnológico.
O sucesso fora da zona de conforto da empresa e a capacidade para acelerar a curva de experiência, só é possível com este modelo de conselhos de administração.
Num momento em que tantas organizações enfrentam desafios de competitividade, transformação digital e sustentabilidade, talvez seja tempo de recentrar o debate: menos foco em super‑líderes e mais atenção à qualidade das equipas, da estratégia e da governação.
A Europa necessita de pensar diferente, de reencontrar-se com o seu projeto inicial. De pensar um novo sistema de referências para a sua intervenção estratégica, de assumir plenamente a sua senioridade e independência na definição do novo mundo global.
A empresa anunciou, igualmente, que passa a reger-se por um novo modelo de governança integrado, designado ‘Cluster KPMG Portugal e Angola’, "que vai permitir aproximar ainda mais, na prática, as equipas dos dois países e assegurar decisões mais rápidas, uma circulação efetiva de conhecimento e uma maior integração global da atividade local".
As organizações que querem crescer precisam, antes de tudo, ousar crescer. Tal significa abandonar a mentalidade de segurança excessiva e abraçar a mudança como motor de crescimento.
As empresas que dominam o uso de dados e inteligência artificial destacam-se pela inovação, explorando novas oportunidades e desenvolvendo modelos de negócio disruptivos.
Portugal não se distingue apenas na área ambiental, também revela progressos na área social e na governance. De acordo com o Relatório de Sustentabilidade de 2024 da Siemens, cujas conclusões o Jornal Económico avança em primeira mão, 40% dos mais de quatro mil colaboradores em Portugal eram mulheres, das quais 38,4% com posições de liderança.
Uma Governance bem sucedida pode determinar um negócio bem sucedido com base na transparência e na forma como se estimula a responsabilidade mas também o comportamento ético. Miguel Ventura, responsável da área de Governance da Vieira de Almeida, é o convidado deste episódio do podcast em parceria com a sociedade de advogados Vieira de Almeida.