Num ambiente empresarial cada vez mais competitivo, compliance e governance não devem ser vistos como travões, mas como infraestruturas de crescimento.
O videocast "Boa Governança" resulta de uma parceria entre o JE e o Instituto Português de Corporate Governance em que vão ser debatidos os desafios que se colocam a nível de governance das empresas e instituições públicas e privadas.
A existência desta política e a sua divulgação faria com que o Estado tivesse de prestar contas aos cidadãos sobre a racionalidade de uma empresa ser sua participada e poderia também chamar a atenção para os benefícios de uma eventual privatização.
Evento promovido pela KPMG e pelo Jornal Económico vai debater o impacto da Inteligência Artificial Generativa na governance das organizações. Mais informações em eventos@medianove.com.
As emissões de carbono relacionadas com as produções que a empresa de streaming faz representaram 25% da pegada ambiental em 2023, de acordo com o relatório de sustentabilidade publicado esta quinta-feira e analisado pelo Jornal Económico.
Os administradores não executivos deverão sempre encarar a sua função como múltipla e conectada com diferentes 'stakeholders', devendo ter um papel independente como agentes da 'Governance' da empresa.
Importância de uma boa governance para diferenciar uma estratégia eficiente de ESG e uma desgarrada e o tratamento dado aos colaboradores vão também marcar a agenda dos gestores.
As pequenas e médias empresas precisam de uma boa governança para serem mais competitivas. As associações empresariais multiplicam-se em iniciativas de formação para as ajudar.
No caso concreto das empresas do sector público, o panorama não é animador. O que se passou em empresas como a TAP ou a Águas de Portugal, durante o anterior governo, foi disso exemplo. Respetivamente, com interferências na gestão através do WhatsApp e exigências de dividendos extraordinários em troca da promessa, nunca cumprida, de um aumento de capital no ano seguinte.
As empresas de maior dimensão vão ter obrigações renovadas de reporte relativamente a temas ESG, mas as restantes também terão de prestar informação por via do escrutínio às cadeias de valor. A governança corporativa é uma das questões em foco. E as organizações terão de se adaptar rapidamente.
O Jornal Económico convidou o Instituto Português de Corporate Governance, a Secil, a CMS e a KPMG Portugal para abordarem os desafios da Governance nos critérios ESG e as oportunidades que as empresas devem agarrar. Veja o debate promovido pelo JE.
A counsel da CMS Portugal, salientou, esta terça-feira, no pequeno-almoço de debate do JE sobre os critérios ESG, que a par do alinhamento estratégico é preciso fazer o diagnóstico de maturidade de sustentabilidade, até porque este pode revelar que há boas práticas que já estão a ser usadas na empresa.
Carlos Correia de Barros destaca que a empresa olha para as melhores práticas nacionais e internacionais e aponta para a descarbonização da produção de betão até 2050. "Não fugimos desse tema e estamos a trabalhar nisso", assume.
"Sem termos uma boa governança, a probabilidade de sermos bem sucedidos nas outras duas dimensões é muito menor", argumentou Pedro Cruz, colocando como um dos principais desafios nesta área "garantir que [sustentabilidade] não é uma pista separada, desalinhada do resto do negócio".
“Os acionistas já não estão só preocupados com o valor da ação, mas com a forma como a empresa trata os seus colaboradores ou a biodiversidade", defendeu esta terça-feira o presidente do Instituto Português de Corporate Governance, num evento do Jornal Económico.
O presidente do IPCG, João Moreira Rato, será o keynote speaker do pequeno-almoço de debate que vai ter lugar no dia 4 de junho no Hotel InterContinental, em Lisboa. O evento estará associado ao Special Report sobre ESG que vamos publicar na edição do Jornal Económico do próximo dia 7 de junho. Para mais informações, contacte-nos através do email eventos@medianove.com.
O principal risco é o conflito e a desunião no topo. Consequentemente, devem existir responsabilidades e direitos de decisão claros, bem como mecanismos de resolução de conflitos.
O capital filantrópico pode e deve correr mais risco, apoiando projetos a cresceram e a evoluírem com uma lógica de geração de receitas que lhes permita previsibilidade e autonomia.
Esta dívida é sustentável? Para já, sim, é a resposta dos mercados, pois os EUA conseguem que ela seja comprada, logo quem a compra acredita que vai ser paga.
A sociedade destaca a nova sócia, até então responsável pela plataforma de serviços integrados ESG, "pela sua vasta expertise nas matérias que aí se inserem e com a sustentabilidade em geral, sendo uma referência no sector". Miguel Ventura foi nomeado 'Of Counsel', sendo responsável pela área de Governance.
É preciso que existam regras bem estabelecidas, para que activos de todos os Portugueses, como a TAP, CP ou CTT, não estejam sujeitos aos caprichos de circunstância de um ministro, ou, pior, de um primeiro-ministro.