Fernando Alexandre

Ministro da Educação mantém data da 1.ª fase do concurso ao ensino superior e cria “época especial” para alunos prejudicados

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, justificou esta segunda-feira os erros em torno da avaliação dos exames nacionais e deu a garantia de que nenhum aluno será prejudicado. Mantém o calendário da primeira fase de acesso ao ensino superior e da segunda fase dos exames nacionais do secundário, que arranca amanhã. Os alunos prejudicados pelos constrangimentos poderão realizar exames numa época especial em setembro, podendo depois concorrer ao superior na 2.º fase.
Almerinda Romeira20 Jul
Ministro da Educação mantém data da 1.ª fase do concurso ao ensino superior e cria “época especial” para alunos prejudicados

Falhas na avaliação eletrónica dos exames obrigam a adiar inicio da 2.º fase

A decisão foi anunciada esta sexta-feira pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) que reconhece “as dificuldades informáticas” do processo de classificação eletrónica dos Exames do ensino secundário, admitindo que ainda não está “concluída a distribuição dos itens para classificação” por todos os professores classificadores.
Falhas na avaliação eletrónica dos exames obrigam a adiar inicio da 2.º fase

Ministro da Educação diz que problema é informático e garante correção dos exames nacionais no prazo

Fernando Alexandre disse aos deputados, esta quarta-feira, 1, ter a garantia do EduQA de que o processo de correção dos exames estará concluído dentro do prazo. Esclareceu que não há empresas envolvidas e que a digitalização foi feita nas instalações da Imprensa Nacional Casa da Moeda em máquinas financiadas pelo PRR. "Aquilo que está a surgir é um problema informático", salientou.
Almerinda Romeira1 Jul
Ministro da Educação diz que problema é informático e garante correção dos exames nacionais no prazo

Parlamento aprova novo RJIES: reitores passam a ser eleitos por voto direto da comunidade académica

O novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), lei-mãe do sector, foi aprovado esta sexta-feira, 8, com os votos da direita (PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal). O regime traz muitas novidades. Destacamos três: a forma de eleição do reitor, a possibilidade de pedir a acreditação de cursos a agências de acreditação internacionais e a conversão automática de institutos politécnicos em universidades politécnicas.
Almerinda Romeira8 Mai
Parlamento aprova novo RJIES: reitores passam a ser eleitos por voto direto da comunidade académica