A cerimónia de tomada de posse decorreu esta sexta-feira, dia 7 de agosto, tendo sido presidida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.
A reunião acontece depois de a Ordem dos Advogados ter publicado, a pedido da Missão Escola Pública, um parecer jurídico sobre o tema, e que foi entregue há uma semana.
As alterações ao calendário do ensino secundário foram confirmadas na quinta-feira pelo ministro da Educação, mas na altura Fernando Alexandre disse que ainda estaria a estudar uma eventual alteração do início do ano letivo 2026/2027 para os alunos do 3.º ciclo.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, assinou esta segunda-feira, 27, um Despacho que determina o pagamento, a todos os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário de um euro por cada resposta classificada e de 12 euros por cada prova reapreciada.
“Se há uma responsabilização política do ministro da Educação também tem que haver outros responsáveis, nomeadamente técnica, uma responsabilidade técnica, de quem construiu este modelo”, afirmou Pedro Barreiros durante uma conferência de imprensa, no Porto.
"Espero que no final desta semana todos os alunos tenham a sua classificação”, afirmou o ministro da Educação, Ciência e Inovação, durante a audição parlamentar pedida pelo Livre e pelo PCP sobre o processo de digitalização dos exames nacionais.
Sobre as acusações de que estes alunos seriam prejudicados em relação aos colegas, ao serem “empurrados” para uma segunda fase por falhas na digitalização, Fernando Alexandre sublinhou que “esses concorrem sempre para um número mais limitado de vagas”.
“Eu cumpri a minha missão”, afirmou o ministro durante uma conferência de imprensa no dia em que começam as candidaturas do concurso nacional de acesso ao ensino superior e continua a haver relatos de problemas de alunos sem notas ou de erros nas classificações.
“Os 25 euros têm de se manter. É uma taxa moderadora”, defendeu o ministro durante uma conferência de imprensa no dia em que começam as candidaturas do concurso nacional de acesso ao ensino superior e na véspera do arranque da 2.º fase dos exames nacionais.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, justificou esta segunda-feira os erros em torno da avaliação dos exames nacionais e deu a garantia de que nenhum aluno será prejudicado. Mantém o calendário da primeira fase de acesso ao ensino superior e da segunda fase dos exames nacionais do secundário, que arranca amanhã. Os alunos prejudicados pelos constrangimentos poderão realizar exames numa época especial em setembro, podendo depois concorrer ao superior na 2.º fase.
O ministro da Educação admitiu erros durante os exames nacionais, com impacto nos alunos e famílias, mas que esses erros "não vão" prejudicar o acesso dos alunos ao ensino superior, e que “não há razão” para mudar o calendário de acesso ao ensino superior.
Fernando Alexandre está em avaliação com o país a ver. Dele se espera o restabelecimento da confiança com todos aqueles que desconfiam do processo: professores, pais e alunos. Conheça o rating da semana.
O ministro da Educação pediu hoje a colaboração dos professores para acelerar e fechar a correção dos exames nacionais. "Precisamos de fechar a correção das provas", pede Fernando Alexandre. 99,3% das provas estão corrigidas, garante.
O chefe do executivo disse entender o estado da ansiedade dos estudantes e das famílias, mas referiu que não é preciso agravá-lo, assustando as pessoas.
A decisão foi anunciada esta sexta-feira pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) que reconhece “as dificuldades informáticas” do processo de classificação eletrónica dos Exames do ensino secundário, admitindo que ainda não está “concluída a distribuição dos itens para classificação” por todos os professores classificadores.
Fernando Alexandre disse aos deputados, esta quarta-feira, 1, ter a garantia do EduQA de que o processo de correção dos exames estará concluído dentro do prazo. Esclareceu que não há empresas envolvidas e que a digitalização foi feita nas instalações da Imprensa Nacional Casa da Moeda em máquinas financiadas pelo PRR. "Aquilo que está a surgir é um problema informático", salientou.
Um protocolo foi assinado esta quarta-feira pelos reitores da Universidade de Coimbra (UC) e a Universidade Politécnica de Macau (UPM) para a criação de um Campus Global Conjunto UPM-UCoimbra em Hengqin, uma zona económica especial estabelecida na cidade chinesa de Zhuhai, perto de Macau.
O novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), lei-mãe do sector, foi aprovado esta sexta-feira, 8, com os votos da direita (PSD, CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal). O regime traz muitas novidades. Destacamos três: a forma de eleição do reitor, a possibilidade de pedir a acreditação de cursos a agências de acreditação internacionais e a conversão automática de institutos politécnicos em universidades politécnicas.
Catedrático da Universidade do Porto, antigo diretor do Programa CMU-Portugal e fundador da startup Veniam, João Barros é o nome anunciado hoje pelo Governo para liderar a agência que sucede à FCT e ANI. A agência AI2 é a peça central da reforma da ciência que o ministro Fernando Alexandre está a empreender.
“A descentralização é um processo relativamente recente, que está a correr muito bem. No país como um todo, nós apresentámos recentemente um estudo que mostra que, quer do lado das escolas, quer do lado das autarquias, a avaliação é muito positiva”, destacou.