Aldo Rebelo, que se afastou de Lula e passou a apoiar algumas das posições do ex-presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro, anunciou na segunda-feira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que vai concorrer à presidência pelo partido Democrata Cristão.
“Esta data não creio que seja oportuna, em plena campanha eleitoral e havendo candidatos que são membros do Conselho de Estado, não me parece que seja oportuno realizar uma reunião, a menos que houvesse uma premência absoluta nesta realização, o que não parece ser o caso”, disse António Filipe em declarações aos jornalistas antes de uma visita à Casa do Artista, em Lisboa.
Marques Mendes, António José Seguro e André Ventura surgem na sondagem da Pitagórica em primeiro, segundo e terceiro lugar, respetivamente, mas praticamente colados.
“A minha candidatura não é para desistir, a minha candidatura diferencia-se dos demais e, portanto, é uma candidatura que só pode ser para levar até ao fim. Disse isso desde o primeiro dia, e não sou daqueles políticos que dizem uma coisa hoje e amanhã dizem outra”, disse.
“Eu quero ser o presidente de todos os portugueses. É essa a natureza constitucional da Presidência da República. Um presidente leal à Constituição. Um presidente que vem para equilibrar um sistema político que está excessivamente desequilibrado para um dos campos, onde esse campo consegue fazer tudo, tomar todas as decisões, inclusivamente se quiser fazer revisões que entender da nossa Constituição da República”, disse.
“Alguns dos meus adversários, como Cotrim de Figueiredo, Gouveia e Melo ou André Ventura passam a vida a fazer insinuações e ataques pessoais a mim e à minha candidatura. Acho uma coisa feia. Eu sou sério, mas não sou ingénuo. Sei porque é que fazem, porque estou em alta nas sondagens e sou o único que as sondagens dizem que ganha a todos à segunda volta”, afirmou aos jornalistas Marques Mendes.
"Estou completamente disponível [para divulgar a lista de donativos para a campanha]. No fim, a meio, quando vocês entenderem. Agora não faz ainda muito sentido porque a campanha ainda não começou. Quando se entender, divulgarmos toda a lista, e eu desafio os meus opositores a fazer o mesmo", desafiou André Ventura.
A candidata presidencial Catarina Martins afirmou hoje que, ao contrário de alguns dos seus adversários, não faz parte do “círculo de portas giratórias” entre interesses económicos e políticos.
A pouco mais de um mês das eleições presidenciais, o presidente do Chega lidera pela primeira vez as intenções de voto para a Presidência da República, mas em empate técnico com Marques Mendes e Gouveia e Melo.
“Nós precisamos de desenvolver uma economia mais diversificada, mas mais coesa, com as pessoas. Uma economia sem as pessoas, uma economia em que o lucro seja o fim de tudo, acaba por se matar a ela própria”, disse o candidato, quando questionado sobre o pacote laboral que o Governo quer implementar, o que levou ao agendamento de uma greve geral para quinta-feira.
Depois de 10 anos com Marcelo Rebelo de Sousa na Presidência da República, que conseguiu sempre ser eleito à primeira volta, a larga distância do segundo classificado, as eleições presidenciais deste ano já se começam a desenhar como particularmente imprevisíveis e com forte probabilidade de passarem a uma segunda volta, o que aconteceu uma única vez na história da democracia portuguesa, em 1986.
A pouco mais de um mês das presidenciais, José Adelino Maltez salienta que, ao contrário da maioria das corridas a Belém na história da democracia portuguesa, cujo resultado era relativamente previsível, desta vez os candidatos “são muito parcelados” e, por enquanto, segundo as sondagens, nenhum consegue ir além dos cerca de 20% das intenções de voto.
Um ano depois da primeira sessão solene que assinalou os 49 anos desde a operação militar do 25 de Novembro, os deputados da Assembleia da República voltaram a reunir-se para assinalar o cinquentenário da data, desta vez com todos os preceitos da sessão dedicada ao 25 de Abril de 1974.
Trump publicou a mensagem na sua rede social, Truth Social, um dia depois de os democratas terem obtido vários triunfos em eleições autárquicas e no mesmo dia em que a paralisação governamental em curso se tornou a mais longa na história dos Estados Unidos.
A discussão de campanha tem até agora sido pouco interessante. Na realidade, os diversos candidatos parecem mais interessados em criar uma imagem própria por referência a Marcelo do que em apresentar ideias.
“Aquela ideia de que não havia corrupção no tempo da ditadura é de ficção científica. [Só] Não vinha cá para fora porque havia censura”, referiu Marques Mendes, em declarações aos jornalistas no final de
“O doutor André Ventura entrou num corrupio de xenofobismo e de racismo, porque é essa a palavra certa, que mostra a tal intolerância que a democracia não deve tolerar”, afirmou o candidato presidencial, que falava à agência Lusa no final de uma visita à Associação Académica de Coimbra (AAC).
Na mensagem, Nuno Morais Sarmento considerou que o antigo líder do PSD, que conta com o apoio do partido, “talvez seja, de todos, o único candidato que o país conhece e o único candidato em que, por isso, olhando o seu percurso de mais de 30 anos de presença pública, os portugueses podem ter confiança”.