Marques Mendes lidera nova sondagem, seguido de Seguro e Ventura

Marques Mendes, António José Seguro e André Ventura surgem na sondagem da Pitagórica em primeiro, segundo e terceiro lugar, respetivamente, mas praticamente colados.

Marques Mendes lidera nova sondagem, seguido de Seguro e Ventura
O candidato à Presidência da República, Marques Mendes, fez uma declaração sobre a atual situação politica nacional, em Oeiras, 06 de março de 2024. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA) TIAGO PETINGA/LUSA

A menos de um mês das eleições presidenciais, continua incerto quem serão os dois candidatos a disputar a segunda volta rumo a Belém. De acordo com a sondagem da Pitagórica, para a CNN/TVI, Marques Mendes lidera as intenções de voto, com 20,7%, mas com António José Seguro logo à espreita. O candidato apoiado pelo PS surge neste estudo de opinião com 19,9% das preferências dos eleitores.

André Ventura, presidente do Chega, completa o pódio, ao reunir 19,1% das intenções de voto. Na semana passada, na sondagem da Católica, era o preferido, com 22%.

A fechar o TOP 5 estão Henrique Gouveia e Melo, com 15%, e João Cotrim Figueiredo, em crescendo, está a apenas 0,1 pontos percentuais do almirante. Fora da disputa por uma segunda volta estão os restantes candidatos mais à esquerda. António Filipe e Jorge Pinto registam 3% das intenções de voto cada e Catarina Martins 2,7%.

As eleições presidenciais realizam-se a 18 de janeiro e tudo se encaminha para um cenário de segunda volta, em fevereiro. As únicas eleições presidenciais portuguesas que exigiram uma segunda volta ocorreram em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, com a vitória deste último.

Relacionado

Preferência por voto online e falta de identificação com candidatos explicam abstenção dos jovens

Preferência por voto online e falta de identificação com candidatos explicam abstenção dos jovens

Almerinda Romeira12 Mar
Segundo estudo do IPAM, divulgado esta quinta-feira, o principal motivo apontado pelos jovens que não votaram é a preferência por formas alternativas: 60,2% afirmam que votariam mais se pudessem votar online. No geral, os resultados demonstram que a abstenção resulta sobretudo de fatores estruturais relacionados com o envolvimento político, a representação e a confiança institucional.