Presidenciais: Mendes critica insinuações e calúnia quando todos devem ser escrutinados

“Alguns dos meus adversários, como Cotrim de Figueiredo, Gouveia e Melo ou André Ventura passam a vida a fazer insinuações e ataques pessoais a mim e à minha candidatura. Acho uma coisa feia. Eu sou sério, mas não sou ingénuo. Sei porque é que fazem, porque estou em alta nas sondagens e sou o único que as sondagens dizem que ganha a todos à segunda volta”, afirmou aos jornalistas Marques Mendes.

Presidenciais: Mendes critica insinuações e calúnia quando todos devem ser escrutinados
José Coelho/Lusa

O candidato presidencial Luís Marques Mendes criticou hoje em Alenquer alguns dos seus adversários por fazerem insinuações e calúnias com denúncia anónima ao Ministério Público a um mês das eleições presidenciais.

“Alguns dos meus adversários, como Cotrim de Figueiredo, Gouveia e Melo ou André Ventura passam a vida a fazer insinuações e ataques pessoais a mim e à minha candidatura. Acho uma coisa feia. Eu sou sério, mas não sou ingénuo. Sei porque é que fazem, porque estou em alta nas sondagens e sou o único que as sondagens dizem que ganha a todos à segunda volta”, afirmou aos jornalistas Marques Mendes.

Para o candidato presidencial, “acontecer a 30 dias de eleições uma denúncia anónima para o Ministério Público, que o próprio Ministério Público considerou sem sentido e sem fundamento, isso sim acho que é calúnia e é inaceitável em democracia”, acrescentou.

Luís Marques Mendes apelou a uma campanha “de nível elevado” para “discutir ideias” e não “insinuações e ataques pessoas”.

O candidato presidencial defendeu que todos devem ser escrutinados, que “é um dever de todos os candidatos presidenciais”, motivo pelo qual tomou a iniciativa de divulgar a lista dos clientes da empresa que teve.

“Não era obrigado, mas entendi em consciência fazê-lo por uma razão simples: quem não deve, não teme”.

De igual modo, disse que, após a campanha, vai cumprir a lei e divulgar os seus financiadores da campanha.

Sobre a segunda volta, que o candidato às eleições presidenciais de 18 de janeiro, deu como certa, mostrou-se “satisfeito” com os resultados das sondagens, sem contudo criar expectativas.

“Nada de triunfalismo. Muita humildade e respeito porque a decisão soberana é dos portugueses na altura das eleições”, disse, preferindo não apelar ao voto útil.

O candidato presidencial falava durante uma visita ao Mercado de Natal de Alenquer, ocasião em que esteve rodeado de militantes da distrital do PSD/Oeste.

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